Revista Online Conexao Afro

Archive for the ‘negritude’ Category

A 25ª Semana Municipal da Consciência Negra continua com outras atividades

In Comunidade Tradicional de Terreiros, negritude on Novembro 21, 2013 at 10:24 am
logo Revista Conexão Afro   21  de  novembro  –Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Ontem os grupos culturais e apoiadores que trabalham com a temática negra, como CO-RAP, Bloco Unidos Tom Maior, Cia do Samba, a dançarina Sariana Lima, o dançarino Manoel Luthiery, a Escola de Samba Unidos do Itaimbé e a Polícia Civil, como sua Delegacia Móvel Estadual, estavam todos mobilizados para o 20 de novembro, morte de Zumbi, Dia Nacional da Consciência Negra e que até ás 18 h, Nei D’Ogum, Coordenador do Núcleo de Ação Cultural e Educativa do Museu Treze de Maio – Nace estava dialogando com os Técnicos de Som da Prefeitura quando eles afirmaram que devido à chuva, pensando na segurança dos mais de 90 Artistas que pisariam no Palco da Praça, foi adiado o Evento… Não se sabe se foi à chuva ou a prefeitura que levou nossa festa, mas continuamos nessa luta constante por espaço público, pela cultura negra, pelo direito ao lazer, pelo direito ao festejar, como faziam e ainda fazem os clubes sociais negros, como historicamente o Treze tem feito! A 25ª Semana Municipal da Consciência Negra continua com outras atividades, acompanhe as próximas e veja algumas fotos do povo, que mesmo com chuva estava na praça ontem! 22/11 às 20H no Museu Treze de Maio – Abertura da Exposição Fotográfica Olhares Negros Link do evento: 23/11 às 19H no Museu Treze de Maio – 1° Sarau de Poesia Negra da Juventude Negra Feminina de Santa Maria JuNf 29/11 às 18H no Museu Treze de Maio – V Roda de Lembranças do Museu Treze de Maio “Presidentes e Diretorias do Clube Treze de Maio”. Fotos: Luciele Oliveira.

e

logo Revista Conexão Afro

CONEXÃO AFROconexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe
Carmen de Oxalá
  (51) 81810404 / (51)  30556655
Anúncios

Racistas ucranianos rejeitam cantora de ascendência africana

In Conexão Afro, negritude on Fevereiro 23, 2012 at 8:32 pm

N°o1- 23 de fevereiro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Por racismoambiental,

Não é a primeira vez que acontece. Agora, é na Ucrânia que se levantam vozes de carácter racista, pelo fato de a representante do País no festival eurovisão da canção, não ser quimicamente pura.

Gaitante, a cantora em causa, é filha de um congolês e de uma ucraniana. Esta mistura nota-se na cor da pele e o partido nacionalista Svoboda preferia alguém mais eslavo, mais louro e de olho azul. Gaitante diz que não é ela a única atingida: “Isto não é apenas comigo, é com todas as pessoas do mundo que querem ser livres. É realmente uma vergonha que o Svoboda faça do racismo a sua ideologia. Eles têm má reputação na Ucrânia, na Europa e no resto do mundo”.

Uma das figuras maios populares da Ucrânia o antigo boxer Vitaly Klynchko já falou do assunto: “Isto começou por ser uma especulação, a nível nacional, com questões de linguagem. Eles não têm nenhuma perspectiva. Talvez queiram tirar dividendos políticos, mas não têm nenhuma perspectiva”.

Um porta-voz do Svoboda disse, entre outras coisas, que milhões de espectadores vão ver o espectáculo e reparar que a Ucrânia não é representada por “alguém da nossa raça” – a expressão é dele. Continue lendo… ‘Racistas ucranianos rejeitam cantora de ascendência africana’»

Enviar noticias : REVISTA
CONEXÃO AFRO conexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe
Carmen de Oxala :
caracoles
(51) 81810404 / (51) 30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

Assassinada – Membro da Comissão da Igualdade RACIAL -OAB – RJ

In Conexão Afro, negritude on Fevereiro 19, 2012 at 5:15 pm

N°o1- 19 de fevereiro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

19/02/2012

Assassinada – Membro da Comissão da Igualdade RACIAL -OAB – RJ

Vilencia praticada contra a mulher negra, advogada, e Militante do Moviemento Negro e Companheira de luta.

Membro da Comissão da Igualdade Racial da OAB – Cabo Frio – Rio de Janeiro

DRª. ISABEL CRISTINA, ADVOGADA,

NOSSA AMIGA E IRMÃ DA COMISSÃO DA IGUALDADE RACIAL

DA OAB-RJ.

POR QUE??????????

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/02/advogada-e-morta-tiros-em-cabo-frio-no-rj-diz-pm.htm

Advogada é morta a tiros em Cabo Frio, no RJ, diz PM
Mulher foi morta em casa, na frente do namorado.
Suspeitos estavam em um carro e conseguiram fugir.
Do G1 RJ

1 comentário
Uma advogada foi morta a tiros na tarde desta sexta-feira (17), dentro de casa, no bairro Guarani, em Cabo Frio,na Região dos Lagos. As informações são do 25º BPM (Cabo Frio).
Segundo a PM, a vítima estava em casa com o namorado. Dois homens em um carro entraram na residência e atiraram contra a mulher, na frente do companheiro, que não ficou ferido. A dupla fugiu em seguida.
Ainda de acordo com o 25º BPM, a polícia ainda não tem informações sobre o paradeiro dos suspeitos.
http://www.voluvia.com/?p=74164
Advogada criminalista é assassinada a tiros dentro de casa em Cabo Frio
Anúncios Shopping UOL
ADD COMMENT
Isabel Cristina Machado, de 44 anos, estava em casa com o namorado quando foi surpreendida por dois homens armados.
Uma advogada criminalista foi morta a tiros, dentro de casa, na tarde desta sexta-feira (19) em Cabo Frio. O crime foi no bairro Guarani.
Isabel Cristina Machado, de 44 anos, estava em casa com o namorado quando foi surpreendida por dois homens armados. Os bandidos encontraram o portão do quintal aberto, entraram e obrigaram o casal a sentar no sofá da sala. A vítima foi executada ao lado do companheiro, que não ficou ferido.
Segundo os vizinhos, cinco tiros foram disparados. Isabel morreu na hora e os dois homens fugiram. A perícia esteve no local, mas ainda não há pistas dos bandidos.
Most Popular –

Enviar noticias :  REVISTA
CONEXÃO AFRO conexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe
Carmen de Oxala :
caracoles
  (51) 81810404 / (51)  30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

Editar esta entrada.

HOMENAGEM DAS BAIANAS DE ACARAJÉ PARA AS BAIANAS DO JUDICIÁRIO.

In Conexão Afro, negritude on Janeiro 15, 2012 at 11:30 am

N°o1- 15  de Janeiro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

QUANDO: 20 de Janeiro, HORAS: 18 h

LOCAL: MEMORIAL DAS BAIANAS

ENDEREÇO: BELVEDERE DA SÉ, PRAÇA DA SÉ S/N, CENTRO

CONTATO: (71) 3322-9674 / 3487-1342

E-MAIL: memorial.baianas@gmail.com

A luta contra a discriminação racial não tem sido maior que a contribuição que damos ao desenvolvimento do Brasil, a exemplo do que assistimos hoje no Tribunal de Justiça da Bahia e no Conselho Nacional de Justiça – CNJ, quando duas mulheres negras baianas questionaram o papel destes órgãos e a inserção da população negra nestes espaços.

Nestes séculos de lutas tivemos avanços, mas nunca tínhamos nos ousados a questionar o judiciário brasileiro. As Campanhas Desembargadora Sim. Porque Não? e a Campanha de inserção de mulheres negras no Supremo Tribunal Federal, nos garantiu a primeira mulher negra Desembargadora na Bahia e a primeira mulher Negra Corregedora Nacional de Justiça, respectivamente em Dezembro 2011 e Setembro de 201O.

É isso que precisamos fazer, sair do discurso que constata para a prática que transforma.

Todos sabem, branco(a)s e negro(a)s que vivemos um Apartheid disfarçado no Brasil, onde a maioria é subserviente a minoria. Temos dois Brasis: um branco que vive as vantagens de 350 anos de escravidão e 123 anos de racismo e outro negro que vive suas desvantagens. Vivemos esta desvantagem, sobretudo na subrepresentação da população negra nas esferas de poder.

Pela primeira vez na história do Brasil vemos posturas cidadãs no judiciário. Enquanto a Desembargadora Luislinda Valois tem sido um baluarte na luta pela inserção da população negra neste espaço, a Ministra, atual Corregedora Dr. Eliana Calmon busca dignidade para a suprema corte que sempre viveu as margens da sociedade, fazendo e desfazendo o que bem quisesse. Alguns dizem que a democracia esta ameaçada quando o Conselho Nacional de Justiça tenta moralizar o judiciário, diferente dos que dizem isso, dizemos que a democracia corre perigo quando tratamos juízes como cidadãos incomuns, como seres superiores a tudo e a todos, ai sim corremos sérios riscos…

Quando a atual Desembargadora Luislinda Valois lutou para ter o seu direito garantido por lei e quando a Corregedora Nacional de Justiça, Eliana Calmon faz aquilo que a lei preconiza e o que o povo espera, a esperança se renova, pois estas posturas nos coloca com a possibilidade real de construir um Brasil para Todos.

A Bahia levou o samba para o Brasil e agora democratiza a justiça para tod@s. Nem só de samba vive @s baian@s, como alguns tentam estigmatizar…

VIVA LUISLINDA VALOIS E ELIANA CALMON. MULHERES NEGRAS CIDADÃS.

Esta é a hora. Esta é nossa vez!!!

Enviar noticias :  REVISTA
CONEXÃO AFRO conexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe
Carmen de Oxala :
caracoles
  (51) 81810404 / (51)  30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

Primeiro aluno de Medicina a entrar por cotas na Ufba recebe diploma

In Conexão Afro, negritude, Saúde da População Negra on Janeiro 7, 2012 at 7:47 am

N°o1- 7 de Janeiro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

 

Ícaro Luis tornou-se ícone do sistema; aprovado em concurso para o Programa de Saúde da Fmília, já tem emprego garantido

06.01.2012 |  06.01.2012 – 09:02

Foto: Almiro Lopes

Ícaro começou Medicina na Ufba em 2005

Luana Ribeiro
luana.ribeiro@redebahia.com.br

Em uma casa azul na Ladeira Manoel Faustino – mesmo nome de um dos líderes negros da Revolta dos Alfaiates, que em 2011  se tornou Herói da Pátria – Ícaro Luis Vidal, 24 anos, se apronta para o grande dia de sua vida. À noite, o primeiro estudante a ingressar pelo sistema de cotas no curso de Medicina da Universidade Federal da Bahia (Ufba) se forma.

As trancinhas que a cabeleireira faz em seu black power têm dois motivos: um é poder vestir o capelo de formatura (chapéu usado na solenidade). O outro é a pressão de sua mãe, Raimunda Vidal dos Santos, 47, que acha que assim o filho fica mais bonito para a festa, realizada ontem à noite, no Centro de Convenções.

Ícaro começou o curso em 2005, quando a Ufba implantou o sistema de cotas. Hoje, a instituição reserva 2% das vagas para índio-descendentes e 43% para alunos que tenham todo o ensino médio em escolas públicas. Desses, 85% são para estudantes que se declararam pardos ou pretos.

Ao fim do 3º ano no Colégio da Polícia Militar, conciliado com o cursinho, Ícaro já tinha passado no meio do ano em Direito na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). “Assim, eu fiz a prova mais tranquilo”. Amiga de infância, Inês Costal, 24, lembra dele como aluno aplicado. “Sempre foi brilhante, era o CDF”, relata.

Orgulho
Ícaro atribui o desempenho à sua criação. “Ele nunca me deu trabalho, mas sempre cobrei. A média do colégio era 8, mas eu exigia  9”, lembra a mãe. O rigor deu resultado. “Tenho orgulho dos meus filhos”, afirma ela, incluindo a filha Ísis Carine dos Santos, 25, que mês que vem se forma em Engenharia Química, também na Ufba.

Ontem, na formatura, dona Raimunda via o sonho realizado e vibrava num longo rosa. “Dever cumprido. Agora vou cuidar de mim”, diz ela, que este ano vai tentar cursar Pedagogia. “Espero conseguir uma vaga pelo Enem”, torce.
Ícaro divide com ela e com Ísis uma casa na Liberdade. O pai, que mora em Feira de Santana, também veio para a formatura. Uma outra irmã mora em Conceição de Feira.


Primeiro aluno de Medicina a entrar por cotas na Ufba recebe diploma

Desafios
O sonho de Medicina surgiu cedo. Ao ver crescer a barriga de três tias que engravidaram na mesma época, a cabeça do menino de 6 anos se encheu de perguntas. “Queria saber como tinha entrado, como saía”, lembra. Com o tempo, esqueceu a obstetrícia: agora quer ser oncologista. “Conviver com esses pacientes, tão carentes de atenção, me despertou para a área. O câncer é uma doença que isola”, reflete.

Se os pacientes sofrem, Ícaro também passou perrengues. Nos dois primeiros anos, além de cursar a faculdade, trabalhava e fazia curso técnico em Química, no Instituto Federal da Bahia (Ifba, então Cefet), que lhe possibilitou ser perito técnico da Polícia Civil.

O rapaz só chegava em casa às 23h e ainda tinha que estudar até as 2h.  Várias vezes acabou dormindo em cima dos livros. “Mas nunca repeti nenhuma matéria”, orgulha-se.

O grande impacto na Ufba foi o grau de dificuldade. “A cota facilita a entrada, mas sair depende de você”, analisa.

Hoje, Dr. Ícaro está encaminhado:  passou em um concurso para médico do Programa Saúde da Família (PSF). E quer mais. “Quando vi a equipe do (Hospital) Sírio-Libanês que cuidou de Lula falando com os repórteres, pensei: um dia eu é que vou estar aí”.

Projeto propõe cotas obrigatórias
Mesmo com tantas universidades no país adotando cotas, não há uma lei federal que determine regras ou obrigue as instituições a aderirem ao sistema. As universidades têm autonomia para decidir quantas vagas destinarão às cotas e se o critério será socioeconômico ou étnico. Um Projeto de Lei (71/99) sobre o tema já foi aprovado na Câmara e desde 2008 aguarda para ser votado no Senado. Segundo a proposta, apresentada em 1999 pela então deputada federal Nice Lobão (PFL-MA), as universidades públicas federais reservariam vagas para estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas, tenham renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo e sejam negros, pardos ou indígenas.

No Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Ricardo Lewandowski relata duas ações contra cotas para negros. A primeira foi ajuizada pelo DEM contra a Universidade Federal de Brasília (UnB), onde  uma comissão decide por foto ou entrevista quem pode ser classificado como negro, pardo ou branco.  A outra foi proposta em maio  por um estudante que não foi aprovado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Há ainda no STF mais três ações sobre o sistema de cotas adotado pelo ProUni. Os processos estão na pauta de votação desse ano.

"quando se aprende a amar o mundo passa a ser seu"

– renato russo –

Enviar noticias : REVISTA CONEXÃO AFRO conexaoafro@gmail.com
caracolesFalar com Mãe Carmen de Oxala :  (51) 81810404 / (51)  30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com


— Em sex, 6/1/12, Marcos Cardoso <macardoso1109@yahoo.com.br> escreveu:

Juliana Alves exalta beleza negra em ensaio de Fernando Torquatto

In Conexão Afro, negritude on Dezembro 26, 2011 at 11:07 am

N°o1-  26 de dezembro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

26/12/2011 por Da Redação

Juliana Alves no Superbonita  / Foto: Alexandre Campbell

Juliana Alves no Superbonita / Foto: Alexandre Campbell

Atriz diz que se identifica com a energia da áfrica e conta como as cores influenciam seu humor

Por Pollyana de Moraes

Durante a gravação do “Superbonita Verão” sobre beleza da pele negra, a atriz Juliana Alves incorporou a força e o colorido típicos da cultura africana para ensaio produzido e fotografado por Fernando Torquatto. “Tudo tem a ver com a imagem de energia que a África passa para a gente”, definiu Juliana.

Para criar o look afro do ensaio, Torquatto optou por um penteado com tranças e coque e uma maquiagem bem colorida, que Juliana adorou. “A cor influencia meu estado de espírito. Quando fico triste, procuro usar cores vivas que dizem o contrário do que estou sentindo”, contou ela.

Para pele negra, dica é misturar iluminador líquido com base

Apesar de adorar cores, Juliana contou que tem medo de exagerar nos batons coloridos, por já ter lábios carnudos. Mas para Fernando Torquatto não há o que temer. “Uma dica para todas as mulheres que têm lábios mais grossos é aplicar corretivo antes do gloss para dar um ar de profundidade”, ensinou o consultor de beleza do GNT.

Torquatto disse ainda que um ótimo truque para melhorar os resultados da maquiagem na pele negra é misturar iluminador líquido com a base, o que dá uma textura elegante e saudável para o rosto. Clique aqui e veja as fotosClique para ampliar

Fonte: Super Bonita

Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes 2011; clique aqui para acessar a página oficial do Ano

caracolesconexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe Carmen de Oxala : (51) 97010303 e 30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

http://www.onu.org.br/anoafro2011/

CampanhaAno Internacional afrodescendente

Cidade do Samba ganha o nome do carnavalesco Joãosinho Trinta

In Conexão Afro, negritude on Dezembro 25, 2011 at 11:01 am

N°o1- 25  de dezembro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

25/12/2011 por Da Redação

Decreto do prefeito Eduardo Paes foi publicado nesta quarta-feira (21).
Carnavalesco faleceu no dia 17 de dezembro.

Um decreto do prefeito Eduardo Paes, publicado nesta quarta-feira (21), no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro, mudou o nome da Cidade do Samba, na Zona Portuária da capital, para Cidade do Samba Joãosinho Trinta. O carnavalesco João Clemente Jorge Trinta, que ficou conhecido no carnaval carioca como Joãosinho Trinta, faleceu no dia 17 de dezembro no Maranhão.

De acordo com o decreto, Joãosinho Trinta “é considerado um dos maiores nomes do carnaval carioca, sempre lembrado por sua ousadia e genialidade”. Além disso, o decreto ressalta “a contribuição dada pelo referido carnavalesco ao desenvolvimento do carnaval carioca, tendo participação fundamental nos títulos alcançados pelas diversas escolas de samba nas quais trabalhou”.

Enterro
O carnavalesco Joãosinho Trinta foi enterrado na segunda-feira (19) ao som de batucadas de escola de samba após um cortejo acompanhado por uma multidão em São Luís. O carnavalesco morreu no sábado (17) após ficar internado por 14 dias.

Bloco de Carnaval e escola de samba acompanharam cortejo em São Luís. (Foto: Karla Freire/G1)Bloco de Carnaval e escola de samba acompanharam cortejo em São Luís. (Foto: Karla Freire/G1)

Segundo a Polícia Militar, cerca de 1,5 mil pessoas acompanharam o cortejo e o enterro. O corpo foi levado pelas ruas de São Luís, do Museu Histórico do Maranhão onde ocorreu o velório, em um carro do Corpo de Bombeiros, e seguido por um bloco tradicional de Carnaval da capital, Fuzileiros da Fuzarca.

Na chegada ao cemitério, a escola de samba Turma do Quinto aguardava a multidão que acompanhava o cortejo. O corpo de Joãosinho foi enterrado ao som do samba da escola por volta das 12h (horário de Brasília).

Dentro do cemitério, uma multidão cantou o samba-enredo da Beija-Flor para o carnaval de 2012, que será sobre os 400 anos de São Luís. Neguinho da Beija-Flor, intérprete da escola, também acompanhou o enterro.

Homenagem
No velório, Neguinho também puxou o samba-enredo da Beija-Flor. Para ele, o maior espetáculo audiovisual do mundo perdeu o seu grande representante. Emocionado, o intérprete revelou que tinha o carnavalesco como um grande professor. “Joãosinho me ensinou tudo. Ele dizia que o samba é uma família e assim eu vejo o samba até hoje.”

Pinah, ex-passista e destaque da Beija-Flor, também tem o Joãosinho Trinta como um mentor. “Em todos os enredos dele, nos 17 anos que estivemos juntos na Beija-Flor, eu sempre fui destaque. Aprendi tudo com ele, até a costurar. Vai ficar um vazio”.

Em 2012, a escola apresentará na Sapucaí a história de São Luís do Maranhão. O samba-enredo, segundo revelou Neguinho, falará das belezas naturais, dos casarões coloniais e do reggae. Joãosinho seria o destaque do último carro da escola, e agora receberá uma homenagem póstuma na avenida.

“Ele é um gênio e não tem explicação. Ele criou essa beleza toda do Carnaval. O Carnaval não tinha essa dimensão que tem hoje. Ele é hoje grandioso, graças ao Joãosinho Trinta. O Brasil está solidário com o nosso luto, com a tristeza do mundo do samba por esta perda.”

Fonte Do G1 RJ

Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes 2011; clique aqui para acessar a página oficial do Ano

caracolesconexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe Carmen de Oxala : (51) 97010303 e 30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

http://www.onu.org.br/anoafro2011/

CampanhaAno Internacional afrodescendente

Papai Noel também pode ser negro !

In Conexão Afro, negritude on Dezembro 24, 2011 at 11:50 pm

de angelo

N°o1- 24  de dezembro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Barba branca, pele clara rosada, a roupa vermelha e uma barriga saliente. A imagem “clássica” do bom velhinho já está mais do que presente nos shoppings, lojas e ruas durante o período natalino. Mas algumas pessoas que fogem da descrição ideal do Papai Noel também vestem a roupa vermelha e o gorro para animar as crianças.

A figura é inspirada em São Nicolau, um bispo que gostava muito de crianças. Ele costumava ajudar pessoas pobres e deixar saquinhos com moedas próximos às chaminés das casas no século IV. O estereótipo de São Nicolau era branco, gordinho e usava bigode e barba.

Em um país de diversidade racial como o Brasil, o Papai Noel também é interpretado por pessoas que não são parecidas a descrição. O despachante fiscal Marco Antônio Rocha, de 55 anos, veste a roupa do bom velhinho há oito anos para trabalhar em um banco na Avenida Paulista, no Centro. Negro, ele usa uma barba grisalha para compor o personagem.

– As crianças perguntam por que a barba não é branca e respondo que sou o mais novo -, diz, rindo. Ele conta que as crianças adoram tirar fotos com o Papai Noel negro, justamente porque é novidade. “É o que chama mais atenção da criançada”, afirma.

Mas estar fora do padrão não é fácil.

– Os papais noéis diferentes passam por dificuldade para se enquadrar no mercado dos shoppings. Hoje, até aqueles com barba artificial são rejeitados. O público espera o Papai Noel tradicional. E ele é branco -, diz Sílvio Ribeiro, dono de um curso de papais noéis em São Paulo.

As crianças, porém, também se encantam pelo diferente. Deyves Hadward Júnior, de 32 anos, ficou paraplégico aos 27 anos e se veste como o bom velhinho pelo primeiro ano. Hadward conta que os pequenos adoram tirar fotos com ele por causa do tamanho. “Olha, eu também sou pequenininho”, diz para as crianças mais tímidas.

O surfista – sim, ele ainda pega onda – conta a satisfação que tem ao trabalhar com crianças. “No primeiro dia, fui chorando embora. O abraço delas fala tudo”, afirma. Para o surfista, elas não têm preconceito em relação à figura do velhinho. “Não importa, desde que seja Papai Noel”, afirma.

Já o professor de artes Daniel Bocchi, de 29 anos, assumiu sua magreza e se tornou um dos papais noéis mais esguios de São Paulo. “Eu não coloco enchimento porque Papai Noel muito gordo não passa pela chaminé”, brinca. Com 1,92m e 92 kg, o cinto do professor precisou de um furo extra para fechar na cintura.

Ele defende que as pessoas precisam deixar de imaginar que o bom velhinho tem uma imagem padrão. “Papai Noel não é o gordinho de olho azul e barbinha branca. Eu amo isso aqui. O meu sonho era ser Papai Noel”, conta.

Negro, magro ou paraplégico, interpretar o Papai Noel é uma emoção para todos eles. “O maior prazer é ver a alegria das crianças”, diz Marco Antônio Rocha.


Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes 2011; clique aqui para acessar a página oficial do Ano

caracolesconexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe Carmen de Oxala : (51) 97010303 e 30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

http://www.onu.org.br/anoafro2011/

CampanhaAno Internacional afrodescendente

Interagencial seleciona consultoria para avaliar incorporação da perspectiva de gênero, raça e etnia no Luz para Todos

In negritude on Dezembro 21, 2011 at 10:58 pm

N°o1- 21 de dezembro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO


Currículos poderão ser enviados paravacancy@onuhabitat.org até 16 de janeiro de 2012, com Assunto: BRA EDITAL LUZ PARA TODOS

O Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia está selecionando consultoria para analisar de que forma o desenho do Programa Luz para Todos contempla as perspectivas de gênero e raça. Os candidatos devem ter mestrado ou doutorado nas áreas de ciências sociais ou humanas, além de experiência em avaliação de políticas públicas e excelente redação. Os currículos poderão ser enviados paravacancy@onuhabitat.org até 16 de janeiro de 2012, com assunto: BRA EDITAL LUZ PARA TODOS, após leitura doEdital.

A duração do contrato será de fevereiro a abril de 2012 e a remuneração equivalente a USD$5.000 (cinco mil dólares americanos). A consultoria será contratada para apoiar as Secretarias de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e de Políticas para as Mulheres (SPM) na análise, a partir de uma perspectiva de gênero e raça, do Luz para Todos. Coordenado pelo Ministério das Minas e Energia (MME) e operacionalizado pela Eletrobras, o programa tem a meta de levar energia elétrica para mais de 10 milhões de pessoas do meio rural.

O Interagencial

O Interagencial é resultado de uma cooperação internacional entre os governos espanhol e brasileiro, por meio da Seppir e da SPM. O programa nasce por iniciativa das Nações Unidas, visando a estimular a participação social e o fortalecimento das conquistas institucionais no Brasil, no campo das políticas para as mulheres e de promoção da igualdade racial. O Programa Interagencial tem por objetivos fortalecer a estrutura e gestão da Seppir e da SPM; consolidar a transversalidade de gênero, raça e etnia nas políticas públicas; estimular o controle social das políticas de gênero, raça e etnia pelas redes, articulações e organizações feministas, de mulheres e do movimento de mulheres negras.


Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes 2011; clique aqui para acessar a página oficial do Ano

caracolesconexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe Carmen de Oxala : (51) 97010303 e 30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

http://www.onu.org.br/anoafro2011/

CampanhaAno Internacional afrodescendente

Interagencial seleciona consultoria para avaliar incorporação da perspectiva de gênero, raça e etnia no Luz para Todos

In negritude on Dezembro 21, 2011 at 12:47 am

N°o1- 21 de dezembro  – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO


Currículos poderão ser enviados paravacancy@onuhabitat.org até 16 de janeiro de 2012, com Assunto: BRA EDITAL LUZ PARA TODOS

O Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia está selecionando consultoria para analisar de que forma o desenho do Programa Luz para Todos contempla as perspectivas de gênero e raça. Os candidatos devem ter mestrado ou doutorado nas áreas de ciências sociais ou humanas, além de experiência em avaliação de políticas públicas e excelente redação. Os currículos poderão ser enviados paravacancy@onuhabitat.org até 16 de janeiro de 2012, com assunto: BRA EDITAL LUZ PARA TODOS, após leitura doEdital.

A duração do contrato será de fevereiro a abril de 2012 e a remuneração equivalente a USD$5.000 (cinco mil dólares americanos). A consultoria será contratada para apoiar as Secretarias de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e de Políticas para as Mulheres (SPM) na análise, a partir de uma perspectiva de gênero e raça, do Luz para Todos. Coordenado pelo Ministério das Minas e Energia (MME) e operacionalizado pela Eletrobras, o programa tem a meta de levar energia elétrica para mais de 10 milhões de pessoas do meio rural.

O Interagencial

O Interagencial é resultado de uma cooperação internacional entre os governos espanhol e brasileiro, por meio da Seppir e da SPM. O programa nasce por iniciativa das Nações Unidas, visando a estimular a participação social e o fortalecimento das conquistas institucionais no Brasil, no campo das políticas para as mulheres e de promoção da igualdade racial. O Programa Interagencial tem por objetivos fortalecer a estrutura e gestão da Seppir e da SPM; consolidar a transversalidade de gênero, raça e etnia nas políticas públicas; estimular o controle social das políticas de gênero, raça e etnia pelas redes, articulações e organizações feministas, de mulheres e do movimento de mulheres negras.


Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes 2011; clique aqui para acessar a página oficial do Ano

caracolesconexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe Carmen de Oxala : (51) 97010303 e 30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

http://www.onu.org.br/anoafro2011/

CampanhaAno Internacional afrodescendente

inário.

Hédio sai em defesa da SEPPIR e da ministra Luiza Bairros

In Conexão Afro, negritude on Dezembro 19, 2011 at 10:55 am

 

12/11/2011 por Da Redação

N°o1- 19 de novembro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Hédio Silva Jr.

Por: Redação – Fonte: Afropress – 10/11/2011

S. Paulo – O advogado e ex-secretário de Justiça de S. Paulo no Governo Geraldo Alckmin, Hédio Silva Jr., disse que a criação da SEPPIR “foi uma das maiores vitórias ideológicas do Movimento Negro imposta aos viúvos e aos saudosos do mito da democracia racial” e saiu em defesa da ministra, socióloga Luiza Bairros, alvo de críticas de setores do Movimento que, inclusive, pedem a sua saída.

“Conheço a ministra Luiza Bairros há trinta anos. Ela é um dos melhores quadros que o Movimento Negro brasileiro produziu e tem qualidades morais, acadêmicas, técnicas e políticas que a credenciam para ocupar qualquer pasta na Esplanada, inclusive a SEPPIR”, disse Hédio.

Na entrevista, concedida ao editor de Afropress, jornalista Dojival Vieira, Hédio, que ocupou a Secretaria no período entre maio de 2005 e março de 2.006, acrescentou que um dos grandes desafios do Movimento “é a eleição de quadros orgânicos, gente com história, preparo e compromisso político para levar para o Parlamento e o Executivo proposições que contribuam para que o Estado brasileiro aprofunde a agenda de promoção da igualdade racial”.

“Atualmente qualquer indivíduo pode se apresentar em qualquer lugar como interlocutor da luta contra o racismo. Esta dispersão fragiliza o Movimento Negro, enfraquece a agenda política comum que caracteriza e mobiliza as entidades, subordina os interesses do povo negro a conveniências e vantagens pessoais e favorece os gestores e políticos que mantém uma relação instrumental e oportunista com as reivindicações do povo negro”, acrescentou.

Sem citar nomes, o ex-secretário que atualmente é diretor Acadêmico da Faculdade Zumbi dos Palmares, queixou-se da postura de alguns setores. “Minha impressão é que uma certa minoria de ativistas negros tende a ser parcimoniosa e dócil com lideranças brancas ao mesmo tempo em que é impetuosa, ríspida e virulenta com lideranças negras. Qual o nome disso senão racismo?”, pergunta.

Confira, na íntegra, a entrevista concedida ao editor de Afropress, jornalista Dojival Vieira.

Afropress – Como o senhor acompanhou os rumores (ao que parece agora afastados) de que a Presidente Dilma Rousseff estaria cogitando extinguir o status de ministério da SEPPIR, promovendo a fusão, junto com as Secretarias das Mulheres e Direitos Humanos, num único ministério?

Hédio Silva Jr. – Freqüentemente ouço uma ladainha que seria cômica não fosse o subtexto racista e esquizofrênico que ela mal disfarça: basta entrar em pauta o tal enxugamento da máquina para que um iluminado rapidamente se lembre da SEPPIR como suposto exemplo de órgão excedente.

O paradoxo é que a SEPPIR tem um dos menores orçamentos e uma das menores equipes da Esplanada. O problema, portanto, não é o ônus orçamentário nem o número de servidores que a SEPPIR emprega.

O pano de fundo deste desconforto é a simples existência da SEPPIR, sua denominação e o significado disso para a imagem e a agenda política do país. Espero que a Presidente não faça concessões a este tipo de gramática retrógrada, intransigente e elitista.

Afropress – Qual a avaliação que o senhor faz da SEPPIR desde sua criação em 2003 e qual o papel que tem esse órgão no avanço da luta por igualdade no Brasil?

Hédio – A criação da SEPPIR foi de longe uma das maiores vitórias ideológicas impostas pelo Movimento Negro aos viúvos e aos saudosos do mito da democracia racial. Nos últimos anos, foram várias, aliás, as conquistas da luta contra o racismo no Brasil.

A derrocada, mesmo inconclusa, do mito da democracia racial, a inscrição de figuras negras altivas na publicidade e propaganda, a aprovação do Estatuto da Igualdade Racial, a criação de produtos cosméticos e outros direcionados para consumidores negros, a extraordinária produção acadêmica voltada para as relações raciais, a viabilização de uma elite intelectual negra comprometida com as agruras do seu povo, a adoção de políticas de ação afirmativa no acesso ao ensino superior, a criação da Universidade Zumbi dos Palmares, a adoção de programas de diversidade por importantes empresas nacionais e estrangeiras são apenas alguns exemplos.

Neste ano de 2011 mais de 500 municípios de todo o país, dentre os quais São Paulo, Guarulhos e Santo André, além dos estados do Rio de Janeiro, Mato Grosso e Alagoas estarão celebrando a memória de Zumbi dos Palmares guardando o dia 20 de novembro como feriado cívico e, ao observador atento não escapa o fato de que mesmo os manequins expostos nas vitrines de lojas simples ou sofisticadas foram impactados pela causa da igualdade racial – é cada vez mais comum o emprego de manequins de cor preta ao lado dos tradicionais bonecos róseos.

Todas estas vitórias devem-se à luta coletiva travada por uma plêiade de entidades e indivíduos que integram o Movimento Negro, bem como aos aliados e aos solidários pertencentes à academia e à política.

Não tenho dúvidas de que a SEPPIR é uma expressão destas vitórias, um símbolo destes avanços e não é por acaso que certos segmentos pretendem acabar com ela.

Afropress – Quais os principais desafios a serem enfrentados nessa etapa da luta por igualdade no Brasil?

Hédio – Do ponto de vista da sociedade civil, continuo convencido de que um dos grandes desafios passa pela eleição de quadros orgânicos do Movimento Negro, gente com história, preparo e compromisso político para levar para o Parlamento e o Executivo proposições que contribuam para que o Estado brasileiro aprofunde a agenda de promoção da igualdade racial.

Atualmente qualquer indivíduo pode se apresentar em qualquer lugar como interlocutor da luta contra o racismo. Esta dispersão fragiliza o Movimento Negro, enfraquece a agenda política comum que caracteriza e mobiliza as entidades, subordina os interesses do povo negro a conveniências e vantagens pessoais e favorece os gestores e políticos que mantém uma relação instrumental e oportunista com as reivindicações do povo negro.

Daí a necessidade de que a interlocução do Movimento Negro seja legitimada social e politicamente por meio do voto popular.

Do ângulo do Poder Público, o desafio passa pela adoção de programas, medidas e ações capazes de traduzir as leis aprovadas nos últimos anos em benefícios e direitos concretamente exercidos pela população negra no cotidiano.

Política pública não se confunde com lei. A lei é o ponto de partida da política pública mas sua efetividade depende de planejamento administrativo e financeiro, ações cotidianas, previsão e execução orçamentária.

O Estatuto da Igualdade Racial, por exemplo, constitui um marco legal importante mas sua implementação depende de um esforço liderado pelo governo federal mas que seja capaz de comprometer estados, municípios, empresas e a própria sociedade civil para a concretização das políticas que ele anuncia.

Afropress – Que avaliação o senhor faz da gestão da ministra Luiza Bairros?

Hédio – Conheço a ministra Luiza Bairros há trinta anos. Ela é um dos melhores quadros que o Movimento Negro brasileiro produziu e tem qualidades morais, acadêmicas, técnicas e políticas que a credenciam para ocupar qualquer pasta na Esplanada, inclusive a SEPPIR.

Pelo que sei a ministra Luiza Bairros viu-se obrigada a reestruturar a SEPPIR, redefinir equipe, prioridades e modo de atuação.

Está em curso uma agenda positiva, de realizações, inovações e inserção positiva na mídia que certamente fará com que a SEPPIR ocupe lugar destacado nas realizações do Governo federal.

Onze meses é um tempo muito curto para qualquer avaliação sobre gestão mas para mim a presença da ministra Luiza Bairros na SEPPIR é uma garantia de que em quatro anos poderá ser feito aquilo que não se conseguiu fazer até agora. Eu me refiro a serviços, obras, realizações, enfim, medidas concretas. Poder Executivo, como o próprio nome diz, é para executar leis, produzir bens e serviços sociais.

Afropress – Como está acompanhando o descontentamento de setores doMovimento Negro que, inclusive, pedem a sua saída, bem como a avaliação de que sua atuação é “apagada” e ela pouco afeita ao diálogo?

Hédio – Vejo com naturalidade a divergência de pontos de vista e até compreendo o rancor de certos segmentos descontentes com a perda de espaço, de apoio, ou, o que é mais desalentador, a perda do emprego.

O que me incomoda é o desrespeito, a tentativa de desqualificação inadmissível em qualquer tipo de relação humana, pública ou privada, muito menos quando envolve uma ministra de Estado.

Minha impressão é que uma certa minoria de ativistas negros tende a ser parcimoniosa e dócil com lideranças brancas ao mesmo tempo em que é impetuosa, ríspida e virulenta com lideranças negras. Qual o nome disso senão racismo?

Não estou dizendo que devemos abdicar de nossos pontos de vista ou sermos indulgentes com nossas lideranças; apenas creio que o debate, qualquer que seja, pode ser feito num clima de cordialidade e respeito, atacando-se idéias mas preservando-se pessoas.

Falo isso com a tranqüilidade de quem, na condição de Secretário de Estado, foi fustigado várias vezes pela imprensa para desferir algum tipo de ataque contra a então ministra Matilde Ribeiro. Desafio qualquer pessoa a apresentar uma única palavra minha atacando a gestão ou a pessoa Matilde Ribeiro.

Toda vez que uma liderança negra é desmoralizada, todos, indistintamente, pagamos a conta, e os únicos beneficiários são aqueles que não se conformam com a SEPPIR e o avanço da luta contra o racismo no Bra

Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes 2011; clique aqui para acessar a página oficial do Ano

caracolesconexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe Carmen de Oxala : (51) 97010303 e 30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

http://www.onu.org.br/anoafro2011/

CampanhaAno Internacional afrodescendente

Inaugurada a Biblioteca da FCP em homenagem a Oliveira Silveira

In Conexão Afro, negritude on Dezembro 17, 2011 at 11:05 pm

N°o1- 13 de dezembro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Joceline Gomes / FCP

Representando o presidente da FCP, Eloi Ferreira; Martvs das Chagas cumprimenta a mesa

Denise Porfírio

Com um espaço de 544 m2 destinado à leitura, um rico acervo para pesquisas sobre a memória documental da ancestralidade africana e uma sala de vídeo, a Biblioteca Oliveira Silveira,  foi inaugurada na última quinta-feira (15) na sede da Fundação Cultural Palmares, em Brasília. A biblioteca e o arquivo da FCP disponibilizarão à sociedade mais de 17 mil itens para consultas entre livros, artes plásticas e peças produzidas em quilombos.

Para o presidente da FCP, Eloi Ferreira Araujo, o novo espaço da instituição é motivo de orgulho para todos os amantes da cultura afro-brasileira. “Com essa inauguração damos um importante passo para que a sociedade se aproprie dessa maravilhosa história de lutas e paixões, que é de toda população negra”, afirma.  Ele ressalta que além de ampliar o acervo, é também ideal da Fundação Palmares a construção do Centro Nacional da Cultura Negra que terá por objetivo reunir a memória e história afrodescendente.

A solenidade também foi marcada pelo lançamento da coleção Faces do Brasil – História e Cultura, organizada pela professora Jacy Proença. A coleção, publicada pela Editora Ética do Brasil, é composta de um conjunto de 37 obras destinado à alunos e educadores do ensino fundamental e médio.

Os títulos contemplam cinco regiões brasileiras e tem o objetivo de contribuir para a implantação e consolidação das Leis 10.639/03 e 11.645/08 – documentos que estabelecem as diretrizes e bases da educação nacional, para a inclusão no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

Cerimônia – Com capacidade para 160 pessoas, o auditório da Fundação Palmares foi espaço para a diversidade afro-brasileira. Estiveram presentes ao evento, representantes do movimento negro, das religiões de matriz africana, do governo, quilombolas e embaixadores dos países africanos de Guiné Bissau, Etiópia, Benin e Burkina Passos.

Os convidados puderam apreciar o som e a melodia de canções de Nelson Cavaquinho e Dona Ivone Lara interpretadas pela cantora Cris Pereira. Por meio de uma mensagem Naira Silveira, filha do poeta Oliveira Silveira, morto em 2009, agradeceu a homenagem feita ao pai.  “Dar o nome desse poeta da consciência negra à uma biblioteca é perpetuar seu trabalho na lembrança da nossa negritude”, enfatizou.

Arísia Barros, coordenadora do Projeto Raízes de Áfricas, representante de Alagoas, agradeceu o espaço cedido pela FCP e saudou a luta dos grandes líderes negros brasileiros Zumbi dos Palmares e Abdias do Nascimento.  Mara Ribeiro, presidente do PMDB Afro do estado do Rio de Janeiro, afirmou que a inauguração representa um avanço para a efetividade da cidadania do povo negro.  “É muito bom ter um espaço como este em Brasília, onde podemos ter acesso à história do povo africano e afro-brasileiro”. Já o jornalista Oscar Henrique Cardoso, representante do Rio Grande do Sul, destacou que as obras são uma oportunidade para trabalhar a potencialidade do negro através da literatura e promover a igualdade racial no país.

Condecoração – O presidente interino da Fundação Cultural Palmares, Martvs das Chagas, fez um agradecimento especial ao trabalho realizado pelas gestões anteriores da instituição que possibilitaram a realização de ações como esta e promoveram a preservação da cultura negra e a superação do racismo e do preconceito. A placa de inauguração da biblioteca foi descerrada pelos diretores da FCP e José Nascimento Júnior, presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

A Biblioteca Oliveira Silveira disponibiliza a listagem do seu acervo bibliográfico sobre a cultura negra e a história da Diáspora Africana para consulta pública no site: http://biblioteca.palmares.gov.br. O horário de atendimento ao público para consultas locais é de segunda a sexta-feira, das 9 às 18 horas.

Poema – Durante o evento, Carlos Moura, coordenador geral do Centro Nacional de Informação e Referência da Cultura Negra (CNIRC) e primeiro presidente da FCP, recitou parte do poema “Encontrei minhas origens”, escrito por Oliveira Silveira, em 1981.

OLIVEIRA SILVEIRA EM VERSOS:

Roteiro dos Tantãs

ENCONTREI MINHAS ORIGENS

Encontrei minhas origens
Em velhos arquivos
Livros
Encontrei
Em malditos objetos
Troncos e grilhetas
Encontrei minhas origens
No leste
No mar em imundos tumbeiros
Encontrei
Em doces palavras
Cantos
Em furiosos tambores
Ritos
Encontrei minhas origens
Na cor de minha pele
Nos lanhos de minha alma
Em mim
Em minha gente escura
Em meus heróis altivos
Encontrei
Encontrei-as enfim
Me encontrei


Encontrei-as enfim
Me encontrei

Joceline Gomes / FCP

Autores da Coleção Faces do Brasil – Cultura e História reunidos na Biblioteca Oliveira Silveira

Joceline Gomes / FCP

Diretores da FCP e presidente do Ibram, José Nascimento Junior, descerram a placa inaugural da Biblioteca Oliveira Silveira

Joceline Gomes / FCP

Jacy Proença, organizadora da Coleção

Joceline Gomes / FCP

A cantora Cris Pereira se apresenta na abertura do evento

Joceline Gomes / FCP

Diretor do CNIRC, Carlos Moura, e Mara Ribeiro, presidente do PMDB Afro-RJ

Joceline Gomes / FCP

Oscar Cardoso representou os autores da região Sul

Palmares 15/12 /2011

Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes 2011; clique aqui para acessar a página oficial do Ano

caracolesconexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe Carmen de Oxala : (51) 97010303 e 30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

http://www.onu.org.br/anoafro2011/

Deixa a Nêga em Paz: performance teatral e musical questiona estereótipos da mulher negra

In negritude on Dezembro 16, 2011 at 12:04 am

N°o1- 16 de dezembro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO

do Blog da Cidinha de Cidinha da Silva

"A cantora, compositora e percussionista Valquíria Rosa apresenta-se dia 21 de dezembro (quarta-feira, 21h) no Espaço Cachuera!, acompanhada por Lincoln Antonio (piano e direção musical) e Lello do Cavaco (cavaquinho), no show Deixa a Nêga em Paz. A performance questiona estereótipos da mulher negra encontrados no cancioneiro popular e na MPB, tendo como ponto de partida as condições da mulher negra contemporânea. Em sua pesquisa, Valquíria encontrou músicas que apresentam a Nêga louca, feiticeira, sedutora e vagabunda. "Meu intuito é tocar nesses pontos e caminhar na desconstrução desses conceitos", diz ela. Valquíria complementa: "vejo a mulher negra na condição de pessoa que sustenta a base da sociedade, em vários níveis, e busca se adequar ao modelo moderno de vida, construindo sua individualidade, mas ao mesmo tempo sendo colocada para fora dessa sociedade que ela constrói". Durante o espetáculo, uma boneca negra em tamanho natural contracena com Valquíria, os músicos e o público. Deixa a Nêga em Paz . Onde: Espaço Cachuera! – Rua Monte Alegre, 1.094 . Perdizes . São Paulo . Quando: 21 de dezembro de 2011 (quarta-feira), 21h . Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia entrada extensiva a estudantes, professores, músicos, atores, dançarinos, aposentados e acima de 60 anos, mediante comprovação) . Mais informações: 11 3872 8113 . 3875 5563 . cachuera@cachuera.org.br – A bilheteria abre com uma hora de antecedência. – Não aceitamos cartões de débito/crédito.


Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes 2011; clique aqui para acessar a página oficial do Ano

caracolesconexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe Carmen de Oxala : (51) 97010303 e 30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

http://www.onu.org.br/anoafro2011/

CampanhaAno Internacional afrodescendente

Deixa a Nêga em Paz: performance teatral e musical questiona estereótipos da mulher negra

In negritude on Dezembro 15, 2011 at 11:27 pm

N°o1- 15 de dezembro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

do Blog da Cidinha de Cidinha da Silva

"A cantora, compositora e percussionista Valquíria Rosa apresenta-se dia 21 de dezembro (quarta-feira, 21h) no Espaço Cachuera!, acompanhada por Lincoln Antonio (piano e direção musical) e Lello do Cavaco (cavaquinho), no show Deixa a Nêga em Paz. A performance questiona estereótipos da mulher negra encontrados no cancioneiro popular e na MPB, tendo como ponto de partida as condições da mulher negra contemporânea. Em sua pesquisa, Valquíria encontrou músicas que apresentam a Nêga louca, feiticeira, sedutora e vagabunda. "Meu intuito é tocar nesses pontos e caminhar na desconstrução desses conceitos", diz ela. Valquíria complementa: "vejo a mulher negra na condição de pessoa que sustenta a base da sociedade, em vários níveis, e busca se adequar ao modelo moderno de vida, construindo sua individualidade, mas ao mesmo tempo sendo colocada para fora dessa sociedade que ela constrói". Durante o espetáculo, uma boneca negra em tamanho natural contracena com Valquíria, os músicos e o público. Deixa a Nêga em Paz . Onde: Espaço Cachuera! – Rua Monte Alegre, 1.094 . Perdizes . São Paulo . Quando: 21 de dezembro de 2011 (quarta-feira), 21h . Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia entrada extensiva a estudantes, professores, músicos, atores, dançarinos, aposentados e acima de 60 anos, mediante comprovação) . Mais informações: 11 3872 8113 . 3875 5563 . cachuera@cachuera.org.br – A bilheteria abre com uma hora de antecedência. – Não aceitamos cartões de débito/crédito.


Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes 2011; clique aqui para acessar a página oficial do Ano

caracolesconexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe Carmen de Oxala : (51) 97010303 e 30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

http://www.onu.org.br/anoafro2011/

Campanha

Ator diz estar ‘enjoado’ com chefe que mandou negra alisar o cabelo

In Conexão Afro, negritude on Dezembro 10, 2011 at 9:11 pm

N°o1- 10 de dezembro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO Mover para ▼AFRO

 

PUBLICIDADE

TATIANA SANTIAGO
DO "AGORA"
EMILIO SANT’ANNA
DE SÃO PAULO

Quando o primeiro cabelo "black power" chegou por aqui, na cabeça de Tony Tornado, 81, logo foi evidente que era parte do movimento de afirmação racial dos negros. Nesta semana, 41 anos depois, o ator ficou "enjoado" ao saber que o penteado ainda causa preconceito.

Tony não queria acreditar quando leu, no Facebook, o caso da estagiária Ester Elisa da Silva Cesário, 19.

Ela afirma ter sido alvo de racismo no colégio Internacional Anhembi Morumbi, no Brooklin, zona sul de São Paulo, onde é estagiária.

Assim como Tony, Ester é negra. Seu cabelo é crespo, bate nos ombros. Ela preserva o volume natural dos cachos.

Jefferson Coppola/Folhapress

Ester Cesário, 19, que acusa chefe de ter mandado que ela alisasse os cabelos crespos para trabalhar

Ester Cesário, 19, que acusa chefe de ter mandado que ela alisasse os cabelos crespos para trabalhar

Segundo Ester, em seu primeiro dia de trabalho como assistente de marketing, no dia 1º de novembro, a diretora do colégio reclamou de uma flor presa em seu cabelo e pediu para deixá-los presos.

Dias depois, a diretora a teria chamado novamente para reclamar do cabelo.

Dessa vez, conta Ester, a mulher foi além: disse que compraria camisas mais longas para que a funcionária escondesse seus quadris.

"Como você pode representar nosso colégio com esse cabelo crespo?", indagou a diretora, segundo a jovem.

Ainda de acordo com a estagiária, a diretora contou que já teve cabelos crespos, mas os alisou para se adequar ao padrão de beleza exigido.

Foi a gota d’água para a estagiária procurar a polícia. Ester registrou um boletim de ocorrência na Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância).

"A discriminação me afetou de tal forma que eu não consigo mais me olhar no espelho e mexer no meu cabelo. Ela [a diretora] mexeu com meu emocional. Estou triste e choro a todo instante", diz.

Para o professor de direito constitucional da Fundação Getulio Vargas (FGV), Oscar Vilhena Vieira, casos como o de Ester são flagrantes desrespeitos à Constituição.

Segundo ele, o caso pode gerar uma ação cível ou criminal. "Para isso, é preciso que fique demonstrada a intencionalidade da discriminação", explica.

Rodrigo Capote-22.jul.11/Folhapress

Tony Tornado, 81, canta no festival "Black na Cena"; artista conta ter ficado "enjoado" com a história

Tony Tornado, 81, canta no festival "Black na Cena"; artista conta ter ficado "enjoado" com a história de Ester

Para Tony, os 41 anos que se passaram desde que se tornou o primeiro a usar um "black power" não foram suficientes para acabar com o preconceito no país.

"Depois que vi a história, fiquei enjoado, pensando como pode acontecer uma coisa dessas em 2011."

OUTRO LADO

O colégio Internacional Anhembi Morumbi afirma, em nota, que a direção da escola e o restante da equipe de funcionários com a qual Ester trabalha nunca teve a intenção de causar qualquer constrangimento.

De acordo com a nota, o colégio possui um modelo de aprendizagem inclusivo, que abriga professores, estudantes e funcionários de várias origens e tradições religiosas.

O uso de uniformes por alunos e funcionários é exigido para que o foco da atenção saia da aparência. A instituição afirma que ainda não foi notificada oficialmente sobre o boletim de ocorrência registrado pela estagiária.

O colégio também afirma que entende que o respeito às diferenças é um assunto sério e, por isso, colocou formalmente esse tema em seu estatuto e na grade curricular.


Luciano Cenci

71 96468414 / 34849199

www.atitudesmusicais.blogspot.com

 

 

 

Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes 2011; clique aqui para acessar a página oficial do Ano

caracolesconexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe Carmen de Oxala : (51) 97010303 e 30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

http://www.onu.org.br/anoafro2011/

Campanha

A cultura brasileira está de luto !

In Conexão Afro, negritude on Dezembro 9, 2011 at 11:53 pm

N°o1- 9 de dezembro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Faleceu hoje, 9 de dezembro, às 15 horas em Salvador, o Mestre João Pequeno de Pastinha, o baluarte da capoeira angola !!!

Aos 94 anos de idade, o mais velho mestre de capoeira em atividade, partiu para as "terras de Aruanda"

De lá continuará a iluminar os caminhos dos que respeitam e valorizam a nossa cultura popular !!!

Pedro Abib (Pedrão de João Pequeno)

Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes 2011; clique aqui para acessar a página oficial do Ano

caracolesconexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe Carmen de Oxala : (51) 97010303 e 30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

http://www.onu.org.br/anoafro2011/

Campanha

MULHERES NEGRAS SÃO HOMENAGEADAS NA CÂMARA DOS VEREADORES NO RIO DE JANEIRO.

In negritude on Dezembro 7, 2011 at 11:53 pm

N°o1- 07 de dezembro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

No ano Internacional do (a) Afrodescendente o Comdedine – Conselho Municipal de Defesa dos Direitos do Negro – realiza em parceria com ONG Estimativa uma homenagem às mulheres negras. O evento acontece nesta sexta-feira, dia 09 de novembro, às 18h, na a Câmara Municipal dos Vereadores do Rio de Janeiro. Cerca de vinte mulheres negras que se destacaram durante este ano serão homenageadas. Haverá um seminário sobre a presença das mulheres negras na área da educação, no mercado de trabalho e no movimento negro.

O Comdedine é uma organização de consulta e interação da comunidade negra com a cidade carioca, criado a partir do Decreto número 6.684 de 28 de maio de 1987. A sua missão é assessorar a prefeitura do Rio de Janeiro no desenvolvimento de políticas de Combate ao Racismo. E para isso, desenvolve projetos e campanhas que favorecem a integração e ascensão da população negra em todos os setores da sociedade. As atribuições bem como o seu funcionamento e sua constituição são regidos pela Lei N° 1370, de 29 de dezembro de 1998.O Comdedine é uma instância da prefeitura que constrói sua história de acordo com a participação popular.

Serviço:

Evento: Homenagem às Mulheres Negras na Câmara Municipal dos Vereadores/ RJ

Onde? Praça Floriano Peixoto, S/N – Cinelândia.

Horário: 18h

Realização: Comdedine

Produção: Estimativa

Conheça mais sobre o Comdedine em: www.comdedinerj.blogspot.com

www.estimativa.org.br


Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes 2011; clique aqui para acessar a página oficial do Ano

caracolesconexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe Carmen de Oxala : (51) 97010303 e 30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

http://www.onu.org.br/anoafro2011/

CampanhaAno Internacional afrodescendente

20 de Novembro,Dia da Consciência​Negra poderá ser feriado nacional

In Conexão Afro, negritude on Novembro 20, 2011 at 6:22 pm

N°o1- 20 de novembro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Projeto aprovado dia 20 de outubro pelo Senado já passou pela Câmara e agora segue para sanção da presidenta Dilma Rousseff

Foto: III Marcha, por João da Cadesc

O Senado Federal aprovou ontem (20) projeto que declara feriado nacional o 20 de Novembro – Dia da Consciência Negra e o enviou à sanção da presidenta Dilma Roussef. Caso seja sancionado, este será o primeiro feriado do país originário da mobilização social, principalmente do movimento negro. A data já é reconhecida e celebrada como feriado em mais de 200 cidades, inclusive três capitais (São Paulo, Rio de Janeiro e Cuiabá).

A comemoração do 20 de Novembro como Dia Nacional da Consciência Negra surgiu na segunda metade dos anos 1970, no contexto das lutas dos movimentos sociais contra o racismo. O dia homenageia Zumbi, símbolo da resistência negra no Brasil, morto em uma emboscada, no ano de 1695, após sucessivos ataques ao Quilombo de Palmares, em Alagoas. Desde 1995, Zumbi faz parte do panteão de Herois da Pátria.

Nas últimas décadas, o 20 de novembro tem sido dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira e sobre as consequências do racismo para a vida das pessoas e para o desenvolvimento do país. Apesar do ponto alto da celebração coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares – 20 de Novembro – a cada ano, as atividades alusivas a esta data são expandidas ao longo do mês, ampliando os espaços de discussão sobre as questões raciais. Anualmente, um número cada vez mais significativo de entidades da sociedade civil, principalmente o movimento negro, tem se mobilizado em todo o país, em torno de atividades relativas à participação da pessoa negra na sociedade em diferentes áreas: trabalho, educação, segurança, saúde, entre outras.

Projeto Original

O projeto original que institui o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra (PLS 520/03), de autoria da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), previa apenas a data, mas não o feriado. Na justificação da matéria, Serys argumenta que sua proposta visa criar uma oportunidade para a reflexão sobre o preconceito ainda existente na sociedade brasileira. Aprovado pelo Senado, o texto foi enviado à Câmara dos Deputados e apensado a outra proposta (PLS 302/2004), que propunha o dia 20 de novembro como feriado nacional.

Feriados

Uma vez sancionado, o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra será o nono feriado nacional, juntamente com as seguintes datas: 1º de janeiro (Confraternização Universal), 21 de abril (Tiradentes), 1º de maio (Dia do Trabalho), 7 de setembro (Independência do Brasil), 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida), 2 de novembro (Finados), 15 de novembro (Proclamação da República) e 25 de dezembro (Natal). Há ainda quatro datas comemorativas móveis, as quais, embora popularmente conhecidas como feriados nacionais, não são reconhecidas como tal pela legislação brasileira – Terça-Feira de Carnaval, Sexta-Feira da Paixão, Domingo de Páscoa e o Corpus Christi.(Fontes: Seppir e Portal do Senado)

Mais sobre o Mês da Consciência Negra em Ciranda Afro

Responder


Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes 2011; clique aqui para acessar a página oficial do Ano

caracolesconexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe Carmen de Oxala : (51) 97010303 e 30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

http://www.onu.org.br/anoafro2011/

Campanha

INSTITUÍDO DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA

In negritude on Novembro 11, 2011 at 11:35 am

N°o1- 11  de novembro  – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Lei sancionada em 11/11/2011

Em todo o país a data é comemorada com marchas e outras atividades.

A presidenta da República, Dilma Rousseff, sancionou ontem (10) a Lei 12.519, que institui o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, a ser comemorado, anualmente, no dia 20 de novembro, data do falecimento do líder negro Zumbi dos Palmares. A resolução oficializa uma iniciativa bem-sucedida dos movimentos sociais negros, iniciada em meados dos anos mil novecentos e setenta.

Hoje, incorporado ao calendário das escolas e de muitas outras instituições públicas e privadas, o 20 de Novembro destaca-se como um evento cívico vibrante e de grande participação popular.

“As justas homenagens que prestamos a Zumbi e seus companheiros e companheiras exprimem o reconhecimento da nação às lutas por liberdade e pela afirmação da dignidade humana de africanos e seus descendentes que remontam ao período colonial”, declara a ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros.

O Dia Nacional da Consciência Negra já é celebrado em 20 de Novembro e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. Apesar do ponto alto da celebração coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, a cada ano as atividades alusivas à data são expandidas ao longo do mês, ampliando os espaços dedicados à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade.

Um número cada vez mais significativo de entidades da sociedade civil, principalmente o movimento negro, tem se mobilizado em todo país, em torno de atividades relativas à participação da pessoa negra na sociedade em diferentes áreas: trabalho, educação, segurança, saúde, entre outros temas.

Neste Ano Internacional dos Afrodescendentes – instituído por Resolução da Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Nacional da Consciência Negra ganha caráter internacional. No Brasil, o ápice desta celebração será o AfroXXI – Encontro Ibero-americano do Ano Internacional dos Afrodecendentes, que acontece em Salvador, de 16 a 19 de novembro. O evento reunirá representações de países sul-americanos, caribenhos, africanos e ibero-americanos, em torno de debates acerca da situação atual desses povos nas regiões participantes.

A comemoração do 20 de Novembro como Dia Nacional da Consciência Negra surgiu na segunda metade dos anos 1970, no contexto das lutas dos movimentos sociais contra o racismo. O dia homenageia Zumbi, símbolo da resistência negra no Brasil, morto em uma emboscada, no ano de 1695, após sucessivos ataques ao Quilombo de Palmares, em Alagoas. Desde 1997, Zumbi faz parte do Livro dos Herois da Pátria, no Panteão da Pátria e da Liberdade.

Enviar Noticias :Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes 2011; clique aqui para acessar a página oficial do Ano
caracolesconexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe Carmen de Oxala : (51) 97010303 e 30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

http://www.onu.org.br/anoafro2011/

CampanhaAno Internacional afrodescendente

Dia da Consciência Negra é homenageada em sessão solene na Câmara

In negritude on Novembro 9, 2011 at 7:37 am

N°o1- 09  de novembro  – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

“Uma mobilização baiana-nacional”! É dessa forma que pode ser definida a sessão solene em comemoração ao Dia Nacional da Consciência Negra [20 de Novembro], na Câmara dos Deputados, em Brasília, homenageando as Religiões de Matriz Africana. Promovida pelo mandato do deputado federal Luiz Alberto (PT/BA), o ato será realizado no próximo dia 11 de novembro, às 15h, no Plenário Ulysses Guimarães. Quatro ônibus sairão da Bahia para a solenidade.

sessao

Luiz Alberto espera receber representantes de terreiros e de movimentos que lutam pela promoção da igualdade no Brasil, de diversas partes da Bahia e também de outros estados. “O ‘20 de Novembro’ se reveste, portanto, de um grande valor simbólico e elemento motivador na construção de uma sociedade na qual prevaleçam valores de inclusão e igualdade. A data é particularmente cara à comunidade negra, aos ativistas do movimento negro e de organizações da sociedade civil, bem como a segmentos tais como as comunidades remanescentes de quilombos e as religiões de matriz africana”, justificou o parlamentar baiano.

“Note-se que as religiões de matriz africana têm sido objeto constante de discriminação e preconceito. Ao longo da história do Brasil, houve um processo de negação e criminalização que atingiu essas religiões, quando forças policiais eram acionadas contra tais práticas”, disse o deputado Luiz Alberto destacando o enfoque dado à sessão.

Para ele, atualmente, as religiões de matriz africana ainda sofrem agressão, reproduzidas em inúmeros episódios de intolerância, chegando mesmo a atos de depredação e violência contra autoridades religiosas, adeptos e locais de culto dessas religiões.

“Ainda assim, as religiões de matriz africana e suas comunidades se constituem em um referencial fundamental de identidade, preservação de valores e acolhimento para a população negra brasileira, bem como para toda a sociedade”, destacou.

O Dia Nacional da Consciência Negra tem sido amplamente celebrado como uma data para comemorar a contribuição de homens e mulheres africanos e seus descendentes para a formação social brasileira. De fato, o “20 de Novembro” passou a constar, a partir da sanção da Lei 10.639, como data oficial do currículo escolar, além de ser celebrado como feriado em diversas cidades brasileiras. Trata-se de uma data cuja função é tanto valorizar a experiência social dos afrodescendentes, quanto promover a discussão sobre a promoção da igualdade e superação de todas as formas de discriminação e intolerância. 

A TV CÂMARA VAI TRANSMITIR AO VIVO A SESSÃO

Para assistir pela internet CLIQUE AQUI



Assessoria de Comunicação

Jornalistas Responsáveis

Naiara Leite – DRT 2823

Carlos Eduardo Freitas – DRT 3350

71 3450-1364

www.deputadoluizalberto.com.br

Enviar Noticias :Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes 2011; clique aqui para acessar a página oficial do Ano
caracolesconexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe Carmen de Oxala : (51) 97010303 e 30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

http://www.onu.org.br/anoafro2011/

CampanhaAno Internacional afrodescendente