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Reflexão Baba Tadeu : Quantos filhos tem na sua casa ?

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Março 31, 2015 at 11:05 pm
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Boa noite queridos amigos, irmãos de Asé e seguidores, Desejo a todos um ótimo final de noite e um ótimo dia de quarta-feira, com as bençãos de Xangô e OYÁ.
Texto que todos os filhos de Santo deveriam ler e refletir!Filhos ou sobrinhos?
Quantos Filhos tem a sua Casa? Um dia um jornalista ao entrevistar uma Mãe de santo, perguntou: "Quantos filhos sua casa tem?"A senhora não lhe respondeu como eleesperava, disse que ele deveria acompanhar as atividades do terreiro na próxima semana que ele teria a resposta. E assim foi, no sábado, pouco antes de se iniciarem os trabalhos lá estava ele sentado na assistência observando tudo.Viu que havia mais os menos 40 médiuns, quase todos estavam na corrente, prontos para a gira, e aproveitavam estes momentos que antecediam o inicio dos trabalhos para mostrarem uns aos outros suas roupas novas, ou pra colocar algum assunto em dia. Mas notou também que um grupo de cinco médiuns estava em plena atividade arrumando as coisas para o inicio dos trabalhos. O trabalho foi muito bonito e alegre, quando terminou viu que a grande maioria dos médiuns se apressa em se retirar, uns por que queriam chegar logo em casa, outros por terem algum compromisso. Notou mais uma vez que os mesmos cinco médiuns que antes arrumavam as coisas, agora eram os que começavam a limpar e organizar o terreiro depois dos trabalhos. Na segunda feira, haveria um momento de estudos no terreiro e ele foi convidado, ao chegar ao local, chovia muito e viu que menos da metade da corrente se fazia presente – novamente notou que aqueles cinco estavam lá. Na quinta-feira, haveria um trabalho no barracão, e também passaria na TV um jogo da seleção, novamente bem menos da metade da corrente compareceu, mas aqueles cinco estavam entre eles. No sábado, novamente estava sentado na assistência e novamente repetiu-se o que havia acontecido na semana anterior: os cinco médiuns fazendo os últimos preparativos para o inicio dos trabalhos, e também começaram a limpeza assim que estes se encerraram. Foi no término dos trabalhos que foi chamado pela Mãe de Santo, que lhe perguntou: "Você conseguiu descobrir quantos filhos tem em nossa casa?""Contei 43 minha mãe" – respondeu. Ao que ela retrucou: "Não, filhos verdadeiros tenho cinco. São aqueles que estavam presentes em todas as atividades da casa. E os outros? Os outros são como se fossem “sobrinhos” de quem gosto muito e que também gostam da casa, mas só visitam a “tia” se não houver nenhum atrapalho ou programa “melhor”, e mesmo vindo muitas vezes ficam contando os minutos para acabar os trabalhos".O rapaz muito sério perguntou: "E por que a senhora não impõe regras para mudar isto?" Ela olhou para ele com candura e disse: "Meu filho, o Candomble não pode ser imposto a ninguém, tem de ser praticado com entrega. O amor à religião não pode ser uma obrigação, ele deve nascer no coração de cada um, e o mais importante o Candomble respeita o livre-arbítrio de todos os seres". E nós, somos “filhos” ou “sobrinhos” do Candomblé? Somos Candomblesistas em todos os momentos de nossa vida, ou somos Candomblesistas somente uma vez por semana durante os trabalhos no terreiro. Agora reflita suas ações e pergunte pro seu coração: "Você é filho ou sobrinho ?"
Infelizmente isso acontece nas casa de Asé inclusive na minha!
Reflitam!
Babalorixá pai Tadeu de Obaluaê do Culto Africano Mestre José Pilintra

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Tempo de alianças, na ASSOBECATY !

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Março 30, 2015 at 11:11 pm
 
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Desde de fevereiro, estamos realizando várias reuniões de preparação para a realização do 1º Casamento Religioso com efeito civil, que acontecerá em breve, na sede da Assobecaty !

"Desde  de fevereiro, estamos realizando várias reuniões de preparação para a realização do 1º Casamento Religioso com efeito civil, que acontecerá em breve, na sede da Assobecaty !"

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PONTO DE CULTURA ILÊ AXÉ CULTURAL -ASSOBECATY, LANÇA EDITAL DE CONTRATAÇÃO !

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Março 28, 2015 at 2:13 am
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PONTO DE CULTURA ILÊ AXÉ CULTURAL – ASSOBECATY , LANÇA EDITAL DE CONTRATAÇÃO !

PROCESSO SELETIVO PÚBLICO Nº 001/2015

ASSOBECATY ANIVER

A Sociedade Beneficente Cultural Africana Templo de Yemanjá – ASSOBECATY, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda sob o no 91.655.944/0001-52, com sede na Rua Wenceslau Fontoura No 226, CEP 92500-000, Guaíba / RS, torna público, para o conhecimento dos interessados, que fará realizar a seleção de :
01 (um) Coordenador(a) Articulador(a) de Rede, 01 (um) Assessor(a),
01 (um) Oficineiro de Capoeira,
01 (um) Oficineiro de Hip-Hop,
01 (um) Oficineiro de Alabê,
01 (um) Oficineiro de Percussão/ritmos,
01 (um) Oficineiro de Artesanato/confecção de instrumentos com material reciclável, no âmbito do convênio no 189/2013 – Projeto Ilê Axé Cultural, celebrado com o Estado do Rio Grande do Sul, por intermédio da Secretaria da Cultura.

CLIQUE NO LINK ABAIXO PARA ACESSAR O EDITAL :

EDITAL DE CONTRAÇÃO – PROCESSO SELETIVO – PONTO DE CULTURA ILÊ AXÉ CULTURAL – ASSOBECATY http://ow.ly/KX9gl

 

PONTO DE CULTURA ILÊ AXÉ CULTURAL ASSOBECATY: PONTO DE CULTURA ILÊ AXÉ…

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Manifestação das Lideranças Religiosas de Matriz Africana de Pelotas

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Março 27, 2015 at 7:25 am
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As lideranças religiosas de matriz Africana da Cidade de Pelotas vem,por meio deste,manifestar a insatisfação com o Projeto de Lei 21/2015, que altera a Lei 11.915/2003, para proibir uso de animas em rituais religiosos. São inúmeras as justificativas que nos levam a defender a legislação atual, entre elas, o fato de que o uso de animais nos rituais é, na verdade, uma maneira muito mais honrosa e digna de sacrifício do que os perpetuados nos matadouros, onde os mesmos são mortos sem nenhum tipo de cuidado pelos seus executores. Nas casas religiosas, eles são integrantes de uma cerimônia de exaltação aos Orixás e, ao final, sua carne é servida como alimento, da mesma forma que seria na refeição de uma família, por exemplo. Sendo assim, o projeto encontra-se divorciado da realidade dos nossos tempos, eis que os animais utilizados nos rituais de matriz africana tem a carne destinada a alimentação das pessoas. Além disso, o segmento vegetariano a que se refere a Deputada, não chega a ser expressivo no quantitativo da população do Estado do Rio Grande do Sul. A tradição histórica do povo gaúcho tem, no hábito alimentar, a utilização da carne. Não se pode esquecer, também, que as religiões de matriz africanas são as mais integradas à NATUREZA, cuja tradição remonta a vários séculos, e ninguém mais do que um sacerdote africanista tem consciência da importância do meio ambiente e das energias da NATUREZA. Por fim, e, com certeza, de fundamental importância par que se justifique a contrariedade à proposta da: OLHEM BEM O NOME DELA: DEPUTADA ESTADUAL REGINA BECKER FORTUNATTI, expressamos a própria Constituição Federal da República Federativa do Brasil, em seu artigo 5º parágrafo VI, que deixa absolutamente claro o respeito à diversidade das crenças religiosos: É INVIOLÁVEL A LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA E DE CRENÇA, SENDO ASSEGURADO O LIVRE EXERCÍCIO DOS CULTOS RELIGIOSOS E GARANTIDA, NA FORMA DA LEI, A PROTEÇÃO AOS LOCAIS DE CULTOS E AS SUAS LITURGIAS. Por tanto, a proposta, não deve ser acolhida, pois contraria os costumes religiosos de matriz africana, a tradição do Estado do Rio Grande do Sul e a Carta Maior que rege os destinos da nossa Nação e também da democracia brasileira. Em nome do Programa Filhos de Umbanda, em nomes das nossas raízes de matriz africana, viemos através do Presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, solicitar o presente arquivamento da PL Nº 21/2015, por contrariar a Constituição da nossa República. Assina-se a presente nota: Juliano D’Oxum. E demais irmãos e irmãs da matriz africana.

Juliano Silva Pai Juliano de Oxum – Pelotas

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Povo de Santo apresenta denúncia ao Ministério Público Federal de todas as capitais brasileiras, solicitando investigação dos “Gladiadores do Altarnserir o título da postagem

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Março 26, 2015 at 11:20 pm
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Qua, 25 de Março de 2015

Povo de Santo apresenta denúncia ao Ministério Público Federal de todas as capitais brasileiras, solicitando investigação dos “Gladiadores do Altar”

Ao som do alujá, toque sagrado de Xangô, grande senhor da justiça, um número expressivo de lideranças religiosas participaram, nesta segunda-feira, dia 23, do ato contra a intolerância religiosa em frente às sedes dos Ministérios Públicos Federais do país. Os religiosos e religiosas protocolizaram a "Carta Aberta às Autoridades Brasileiras Contra os Gladiadores do Altar", para levar ao conhecimento das autoridades públicas os vídeos recentemente divulgados na internet pela Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).
"Não podemos mais esperar. Infelizmente existe um histórico de agressões contra o nosso povo e dessa vez não vamos esperar para ver. Queremos apenas o direito de professar a nossa fé livremente. A divulgação de que foi criado um exército, um grupo com características paramilitares na IURD causou medo, assustou o nosso povo, que sistematicamente é vítima de perseguições. Viemos ao Ministério Público solicitar investigação e assegurar a nossa tradição", explicou Babá Pecê, Babalorixá da Casa de Oxumarê e autor da carta denúncia.

Segundo Mayé Tania, "as comunidades de terreiro ainda sofrem com acusações de religiosos da IURD, que afirmam que a causa dos problemas da humanidade decorrem das atividades das Mães e Pais de Santo e de obras do diabo que somos acusados de cultuar, de forma depreciativa e intolerante somos chamados de chamados de ‘ Pais e mães de encostos’, numa tentativa de fomentar o medo da sociedade para com as religiões de matriz africana."

A grande massa de adeptos do candomblé e umbanda foi de fato representada pelas maiores autoridades religiosas dos seguimentos. A mobilização contou com a participação do Coletivo de Entidades Negras – CEN, entidade nacional do Movimento Negro que recebeu a missão de articular a pauta no âmbito nacional em parceria com a Casa de Oxumarê. Para a Coordenadora Nacional de Religiões de Matrizes do CEN, a Yalorixá Jaciara Ribeiro, "a Mobilização Nacional do Povo de Santo e as denúncias protocolizadas em todo o Brasil demonstram a unidade das comunidades de Terreiro no combate à intolerância religiosa. Juntos somos mais fortes!"
A parceria da Casa de Oxumarê e CEN, articulou 24 estados brasileiros que protocolaram a carta denuncia com sucesso e mobilizaram as comunidades a se reunir nas frentes dos Ministérios Públicos Federais de todo País, prontamente atenderam com muito carinho o chamado de Pai Pecê. "Agradeço a confiança que os Povos de Santo sempre depositam nas ações que me engajo, agradeço os mais diversos líderes religiosos que convocaram seus filhos e filhas para apoiar e por último deixo registrado meu especial agradecimento ao CEN , que sempre está pronto a apoiar as ações do Povo de Santo é um soldado valioso em nossa defesa, também não poderia ser diferente seu fundador é um homem de Xangó, Oju Oba desta Casa". Destacou o Babalorixá.

Agora o Povo de Santo necessita de estratégias de acompanhamento da pauta nas Procuradorias e outros órgãos nacionais e internacionais, cuidando da preservação da liberdade religiosa. Professar a fé não pode ser sinônimo de violência. Ações violentas, ou que incitem sentimentos de agressividade, atentam contra o Estado Democrático e de Direito e põem em risco a segurança nacional. A luta continua!

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Representantes de cultos afro lotam Dante Barone AUDIÊNCIA PÚBLICA

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Março 25, 2015 at 7:30 am
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REVISTA CONEXÃO AFRRepresentantes de cultos afro lotam Dante Barone para defender liberdade religiosa
Olga Arnt – MTE 14323 | Agência de Notícias – 09:00-25/03/2015 – Edição: Marinella Peruzzo – MTE 8764 – Foto: Luiz Morem

Dante Barone sediou audiência pública da Comissão de Saúde

Representantes de cultos de matriz africana de várias regiões do estado lotaram o Teatro Dante Barone, na noite de terça-feira (24), para debater a questão da liberdade religiosa em uma audiência pública promovida pela Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa. O proponente da reunião foi o próprio presidente da Comissão, deputado Valdeci Oliveira (PT), que defendeu a livre manifestação de credo com base no Estatuto da Igualdade Racial e no decreto federal 6040/2007, que institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais. “Assistimos hoje ao real exercício da democracia e da liberdade. A força que agregamos aqui não permitirá que prosperem iniciativas inconstitucionais que objetivem restringir a liberdade religiosa”, avaliou Valdeci ao final do encontro.

Primeira a se manifestar, a coordenadora do Fórum de Religião de Matriz Africana em Defesa da Segurança Alimentar (FORMA/RS), Yá Vera Soares, criticou o Projeto de Lei 21 2015, de autoria da deputada Regina Becker Fortunati (PDT), que revoga a Lei 12.131/04, que alterou o Código Estadual de Proteção aos Animais e respaldou o sacrifício em cultos e liturgias religiosas. Conforme Vera Soares, a proposta é discriminatória e fere a Constituição Federal, ao restringir a liberdade religiosa. “Temos o direito de professar aquilo que acreditamos e de lutar contra a intolerância”, frisou.

O diretor do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro Brasileiro da Fundação Cultural Palmares, Alexandro Reis, afirmou que “os povos de terreiro não podem ser estigmatizados como maltratadores de animais”. Ele defendeu o arquivamento do projeto da deputada pedetista, argumentando que o combate aos maus-tratos deve ter como alvo toda a sociedade, inclusive, segmentos produtivos, como os frigoríficos. “Centrar a ação nos povos de terreiro é uma declaração de intolerância”, sustentou.

Na mesma linha de raciocínio, o representante da Federação das Religiões Afro-brasileiras (Afrobras), Pai Jorge Verardi, argumentou que, em todo o Brasil, “pipocam projetos de lei que discriminam negros, pobres e sua religiosidade”. Para ele, os governos não devem intervir e nem beneficiar qualquer religião.

O deputado Tarcísio Zimmermann (PT), que presidiu a audiência pública, avaliou que o encontro é um marco na organização dos integrantes das religiões de matriz afro na luta contra o preconceito e a discriminação.

Apoios
O deputado Nelsinho Metalúrgico (PT) considera um equívoco associar as religiões de matriz africana a maus-tratos aos animais. “Quem conhece sabe que estas religiões respeitam e amam a natureza. Não podemos permitir que interfiram na liturgia hoje, pois amanhã tentarão definir a religião que cada um deve seguir”, frisou.

O deputado Jorge Pozzobom (PSDB) garantiu que defenderá a Constituição, como prometeu ao tomar posse como parlamentar. “Sou católico e não admito que discriminem minha religião e nem que discriminem a religião de vocês”, afirmou à plateia.

O deputado Jeferson Fernandes (PT) considera que, do ponto de vista da constitucionalidade, o PL 21/2015 “não para em pé”. “Já tiram muito do povo negro. Não podemos deixar que tirem agora o direito à religiosidade”, frisou.

O deputado Altemir Tortelli (PT) disse que a “causa é justa, e o respeito a todas as religiões é uma obrigação democrática”. Já o deputado Adão Villaverde (PT) encerrou as manifestações parlamentares, lembrando que a Assembleia não pode aceitar ações que visem a criar uma “democracia seletiva, que afronte a diversidade e o pluralismo da sociedade brasileira”.

Manifesto
No final do encontro, os representantes dos cultos afro lançaram um manifesto em que criticam o que chamam de “afro teofobia” e alertam para o recrudescimento, em todo o Brasil, da intolerância religiosa. Além do arquivamento do PL 21/2015, eles reivindicam a criação da Delegacia de Combate ao Racismo e à Intolerância no Rio Grande do Sul.

Nesta quarta-feira (25), o debate continua em audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça, por solicitação da deputada Manuela d´Ávila (PCdoB). O encontro acontece às 18h15min no Teatro Dante Barone e deverá abordar a questão da constitucionalidade do PL 21/2015.

Também participaram do encontro representantes do Conselho Estadual dos Povos de Terreiros, Conselho Estadual de Desenvolvimento da Comunidade Negra do RS, Ministério Público do RS, Movimento Negro Unificado, Coordenação Nacional das Entidades Negras, Câmara de Vereadores de Porto Alegre, Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República, Fundação Cultural Palmares e Secretaria Estadual da Justiça e dos Direitos Humanos.

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