Revista Online Conexao Afro

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Da experiência para a consciência político-social

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 28, 2012 at 6:20 am

de Projetos Nangetu

N°o1- 28 julho  – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Logo que se acendeu as luzes, Táta Kinamboji perguntou para os presentes: ‘vocês estavam torcendo pro João Bala, né?!’ Um burburinho tomou conta do salão e novamente veio a pergunta ‘ se a grande maioria aqui presente tem medo de ser vítima de violência de grupos de jovens de periferia e dos chamados “meninos de rua”, como ao fim desse filme estão todos comovidos com a história do João Bala? E foi essa a provocação que deu impulso para a roda de conversa.

Daí em diante Mametu Deumbanda comandou a roda de conversa, disse em tom reflexivo que tinha de reconhecer que na maioria das vezes a gente critica sem saber da história ‘do outro’, e que nada garantia que as manchetes de jornal, que tanto influenciam nos nossos medos de pessoas diferentes, não escondessem histórias de solidariedade e resistência como essa do filme. Para ela o momento mais emocionante foi quando ele arriscou ser pego pela polícia para ajudar o povo do terreiro a recuperar o assentamento de Ogum.

Kinamboji disse que o que destaca nessa estória é como a experiência com golpes e pequenos furtos de um grupo de jovens vai gradativamente se tornando consciência e luta política, que na narrativa de Jorge Amado parece ser possível identificar o momento em que cada um dos personagens se dá conta de seu papel nas lutas sociais – situação que se torna evidente quando o “professor” especula sobre o futuro das personagens -, e que é essa a mensagem que ele gostaria que cada um da comunidade do Mansu Nangetu tivesse como exemplo, que projetassem para o futuro o seu papel político-social.

Texto e fotos de Táta Kinamboji/ Projeto Azuelar – Instituto Nangetu/ Ponto de Mídia Livre.

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A comunidade quilombola do Rio dos Macacos está lutandocontra

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 27, 2012 at 10:02 pm

N°o1- 27 julho  – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Caros amigos do Brasil,

A comunidade quilombola do Rio dos Macacos está lutandocontra o tempo. Em apenas algumas dias, uma ordem da justiça pode tirar a comunidade das terras em que vive há mais de 200 anos. Somente uma grande mobilização popular pode impedir que a pressão da Marinha prevaleça. Junte-se a essa luta agora, e a Avaaz e o defensor público que defende os quilombolas entregarão a petição diretamente para o juiz quando alcançarmos 50.000 assinaturas:

Em poucos dias, 200 anos de cultura tradicional podem ser extintos. A comunidade quilombola de Rio dos Macacos na Bahia pode ser expulsa de suas terras para a construção de uma base da Marinha. Mas a solução para o problema está a nosso alcance!
A Marinha do Brasil quer expandir a Base Naval de Aratu a todo custo, mesmo que tenha que devastar uma tradição centenária e expulsar os quilombolas da região. Os pareceres técnicos do governo já afirmaram que os quilombolas têm direito àquela terra, mas eles só têm validade se publicados — e a lentidão da burocracia pode fazer com que o juiz do caso determine a remoção da comunidade antes que seu direito seja reconhecido. Eles estão com a faca no pescoço e nós podemos ajudar a vencer essa batalha se nos unirmos a essa causa!
Não temos tempo a perder! O juiz decidirá na segunda-feira se retira os quilombolas ou espera a publicação do parecer do governo. A defensoria pública nos disse que somente uma grande mobilização popular pode impedir que a pressão da Marinha prevaleça. Junte-se a essa luta agora, e a Avaaz e o defensor público que defende os quilombolas entregarão a petição diretamente para o juiz quando alcançarmos 50.000 assinaturas:
http://www.avaaz.org/po/urgente_quilombolas_em_risco_c/?bclvFcb&v=16624
De acordo com estudos, das três mil comunidades quilombolas que se estima haver no país, apenas 6% tiveram suas terras regularizadas. É um direito das comunidades remanescentes de escravos garantido pela Constituição, e responsabilidade do Poder Executivo emitir-lhes os títulos das terras. A cultura quilombola depende da terra para manter seu modo de vida tradicional e expulsar quilombolas dessas terras pode significar o fim de uma comunidade de 200 anos.
A comunidade do Rio dos Macacos tem até o dia 1º de agosto para sair do local e, após isso, sofrerá a remoção forçada. Entretanto, temos informações seguras que técnicos já elaboraram um parecer que reconhece o direito dos quilombolas, mas ele só tem validade quando for formalmente publicado e a comunidade corre o risco de ser expulsa nesse intervalo de tempo.
No caso do Rio dos Macacos, a pressão popular já funcionou uma vez, adiando a ação de despejo em 5 meses. Vamos nos juntar aos quilombolas e apelar para que o juiz da causa garanta a posse de terra dessa comunidade, e carimbe seu direito de viver em harmonia com suas terras. Assine a petição abaixo para impedir que a lentidão da burocracia acabe com uma comunidade tradicional:
http://www.avaaz.org/po/urgente_quilombolas_em_risco_c/?bclvFcb&v=16624
Cada vez mais temos visto que, quando nos unimos, movemos montanhas e derrotamos gigantes. Vamos nos unir mais uma vez para garantir o direito de terra da comunidade quilombola Rio dos Macacos e dar paz as famílias que moram no local. Juntos podemos alcançar justiça!
Com esperança e determinação,
Balanço 2011 das Terras Quilombolas da Comissão Pró-Índio de São Paulo
http://www.cpisp.org.br/email/balanco11/img/Balan%C3%A7oTerrasQuilombolas2011.pdf
‘Os militares infernizam a nossa vida’, diz quilombola sobre disputa por terra (Último Segundo)
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/ba/2012-07-22/os-militares-infernizam-a-nossa-vida-diz-quilombola-sobre-disputa-por-terra.html
Rio dos Macacos é quilombo, diz Incra (Tribuna da Bahia)
http://www.tribunadabahia.com.br/news.php?idAtual=122017
Rio dos Macacos: Defensoria pede suspensão da retirada de moradores (Correio)
http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/rio-dos-macacos-defensoria-pede-suspensao-da-retirada-de-moradores/

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I Seminário Internacional “Cidade e alteridade: convivência multicultural e justiça urbana”, 25 a 28 de setembro de 2012

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 26, 2012 at 3:25 pm

RODA DE DIALOGO, amanhã 25 de Julho com o Movimento 13 de Maio Abolição não Conclusa para as Mulheres negras

Em Comunidade Tradicional de Terreiros em Julho 24, 2012às 10:42 pm

N°o1- 26 de julho Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Chamada de Artigos

Este texto também está disponível em: Inglês, Espanhol

O I Seminário Internacional “Cidade e alteridade: convivência multicultural e justiça urbana” assume, como foco, a busca de efetivação do direito às cidades, através de um enfoque plural apto a intensificar o diálogo entre pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento que investigam o espaço urbano e as pessoas que nele vivem. Princípios como a função social da propriedade e a gestão democrática e multicultural da cidade reforçam um novo paradigma de reforma, planejamento e gestão urbana. O contexto atual exige criatividade, capacidade política, mobilização social e empenho crítico-científico para colocar em prática esses preceitos, sobretudo ao se constatar que as cidades vão muito além daquilo que seus planos preveem, integrando diversos agentes, grupos, com suas formas variadas de pensar, agir, sentir e de se relacionar.

Ademais, o Seminário Cidade e Alteridade pretende divulgar e problematizar os resultados parciais da pesquisa Binacional realizada pelo Grupo de Pesquisa de mesmo nome, iniciativa interinstitucional da Universidade Federal de Minas Gerais e do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, em parceria com a Universidade Federal de Viçosa, Universidade de Itaúna e o Ministério Público de Minas Gerais. A pesquisa conta com a coordenação geral da Professora Doutora Miracy Barbosa de Sousa Gustin (UFMG) e do Professor Doutor Boaventura de Sousa Santos (CES-Coimbra).

Convidamos os participantes a apresentar contribuições sobre as temáticas abordadas pelo Seminário Internacional, produzidas e/ou refletidas  sob uma perspectiva interdisciplinar, em especial:

1) Identidades coletivas nos meios urbanos e rurubanos;

2) Políticas públicas no meio urbano e rururbano;

3) Mobilização e organização social;

4) Experiências de acesso às condições de trabalho e de justiça urbana.

Serão aceitos artigos tanto da comunidade acadêmica quanto de  integrantes de movimentos sociais e culturais.

ENVIO DOS RESUMOS

O resumo dos artigos deve ter conteúdo inédito e ser enviado até 13 de agosto de 2012, por meio e-mail (trabalhos@cidadealteridade.com.br). Os resumos deverão conter, no máximo, 250 palavras, além do título, temática e nome dos autores com um resumo da formação de cada um (esta última informação deverá vir como nota de rodapé). A fonte utilizada deverá ser Arial  12, com espaçamento 1,5 entre linhas.

A lista de resumos aceitos será divulgada até 18 de agosto de 2012.

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Saúde para os Quilombolas de Palmares do Sul

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 25, 2012 at 3:04 pm

RODA DE DIALOGO, amanhã 25 de Julho com o Movimento 13 de Maio Abolição não Conclusa para as Mulheres negras

Em Comunidade Tradicional de Terreiros em Julho 24, 2012às 10:42 pm

N°o1- 25 de julho Guaíba- RS –Brasil

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Fomos em Palmares para ver a situação de uma aldeia guarani. Por indicação de colnhecidos em Palmares, foi conhecer  a comunidade Quilombola.
Estive a primeira vez numa  comunidade Quilombola.. De antemão – em entrevista com a técnica de enfermagem desta comunidade – ficamos sabendo que a situação de saúde deste Quilombola (350 pessoas) é muito precária.
Casos de doenças de pele, diabete, depressão, de visão é algo que nos chamou atenção.
Nos dias 25, 26 e 27 de julho estaremos realizando no município de Palmares do Sul atividades de telemedicina (PUCRS) com comunidade Quilombola. Conseguimos auxilio de alimentação com a EMATER, pouso com Secretaria de Saúde… e assim fomos conseguinto as condições necessárias. Toda a nossa atividade será gratuíta (levaremos 9 profissionais da pucrs)
Já faz longo tempo que trabalhamos no orte do Brasil com aldeias indígena. Aqui no sul iniciaremos a primeira vez atuaremos com Quilombolas. E já como sugestão: a composição de um comitê para a saúde em área quilombola do Rio Grande do Sul – e mesmo do Brasil. Conte comigo.
Neste sentido – queremos chamar atenção pela necessidade urgente de saúde em Quilombolas. Se, unirmos mais pessoas – bem como maior comprometimento  setor  público, das prefeituras, de órgãos  de apoio aos quilombolas, alcançaremos um novo modelo para resolver estas situações especiais de saúde em área quilombola.
Vamos em frente,
Edison Hüttner
Centro de Micro Gravidade e Núcleo de Estudos e Pesquisa em CUltura Indígena da PUCRS

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RODA DE DIALOGO, amanhã 25 de Julho com o Movimento 13 de Maio Abolição não Conclusa para as Mulheres negras

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 24, 2012 at 10:42 pm

 

N°o1- 24 de julho Guaíba- RS –Brasil

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O Movimento de Mulheres 13 de maio abolição não conclusa para as mulheres negras nasceu, oficialmente, no dia 13 de maio  de 2011.

Este Movimento que nasceu a partir da articulação da casa tradicional ASSOBECATY- Associação Beneficente Cultural Africana Templo de Yemanja e a Central de Movimentos Populares que passados apenas um ano  conta já com cerca de 200 mulheres  envolvidas, já se encontra implantado em outros municipios e  esta sendo  solicitado por outros mais.DSCN4629

  Tem sido um movimento que cresce e se alastra, procura responder às preocupações e necessidades da mulher negra, no que se refere aos aspectos: materiais, sociais e espirituais, são essenciais para o empoderamento. Os problemas e necessidades de então não são menores nos tempos que correm, são sim diferentes porque diferente é também o estilo de vida da sociedade em geral.
Os responsáveis por este novo movimento vão realizar amanhã  dia 25 de Julho uma Roda de Diálogos. Será um dia de reflexão mas fundamentalmente de partilha e convívio pelas mulheres negras.

Dia: 25 de julho 2012

Horário: 14 horas

Local: Assembléia Legislativa
Rua: Praça da Matriz S/ Nº Espaço Democrático Adão Preto

Cidade: Porto Alegre

Tipo de evento: Roda de  Diálogo

Organizado por:  Assobecaty / Central de Movimentos Populares

Apoio : Gabinete da Deputada  Estadual Ana Afonso

Telefone: Contato  (51) 30556655  81810404


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XII Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 24, 2012 at 8:35 am

N°o1- 24 julho  – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

20 de julho de 2012 – Começou no dia 16 e vai até o dia 28 de julho, na cidade de São Jorge (GO) o XII Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros. O evento reúne grupos de cultura tradicional e mestres da cultura popular de todo o país para troca de saberes, debates e proposição de ideias que favoreçam a criação e efetivação de políticas públicas voltadas às comunidades tradicionais brasileiras.

Levantamento do Mastro e Império Kalunga

O encontro terá a participação de comunidades da cultura tradicional da Chapada dos Veadeiros como: Colinas do Sul e sua Caçada da Rainha, a Catira e a Curraleira dos foliões de São João D’Aliança, a Sussa do Sítio Histórico Kalunga e o Congo da comunidade de Niquelândia. Dentro da programação do Encontro, além das apresentações culturais, acontecem ainda o I Encontro de Lideranças Quilombolas, o V Encontro de Capoeira de Angola, a VI Aldeia Indígena Multiétnica, o Diálogos Interculturais sobre a Águas, conhecido como Cúpula das Águas, e a III Mostra CENTROÉCine.

O evento contará com a presença do secretário-Executivo do Ministério da Cultura, Vítor Ortiz, no domingo (22). A Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do MinC também marcará presença no evento por meio do coordenador-Geral de Cultura e Cidadania, Pedro Domingues, que participa como palestrante no domingo (22), às 15h, da Roda de Prosa Políticas Públicas para Culturas Tradicionais, que será realizada dentro da programação do I Encontro de Lideranças Quilombola de Goiás.

Encontro Quilombolas

Montagem da oca xinguana

O I Encontro de Lideranças Quilombolas de Goiás tem como objetivo promover uma integração entre os líderes de cada região, para que discutam políticas públicas voltadas aos povos tradicionais.Goiás possui 22 comunidades quilombolas reconhecidas pela Fundação Cultural Palmares (FCP/MinC), entre elas o povo Kalunga, considerado a maior do país.

Neste primeiro encontro que acontece entre os dias 20 e 23, além das lideranças afro, participam também membros dos povos indígenas presentes no XII Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros. O evento será mediado pelo antropólogo e professor da UnB, José Jorge de Carvalho.

Aldeia Multiétnica

A presença indígena tem sido marcante no Encontro de Culturas desde a sua criação. Criada em 2007, a Aldeia Multiétnica surgiu como uma forma de colocar o público em contato direto com os costumes, tradições e modos de vida das etnias indígenas, tendo a vivência como meio de ação.

Espaço de integração cultural, a Aldeia desenvolve atividades que visam promover a interatividade dos grupos indígenas entre si e com o público, como rodas de prosa, oficinas de artesanato e pinturas corporais, além de exposições fotográficas e exibição de vídeos produzidos pelos próprios indígenas.

Em 2011, o projeto assumiu um novo formato com a construção de uma verdadeira aldeia indígena, instalada às margens do Rio São Miguel. O objetivo é que cada povo tenha sua “casa” no local, constituindo uma legítima Aldeia Multiétnica. Os Yawalapiti iniciaram esse novo modelo construindo – com auxílio da comunidade Kalunga – uma Oca Xinguana, a primeira da Aldeia.

Anfitriões da VI Aldeia Multiétnica os índios Kayapó construiram a segunda moradia do local onde receberão outros povos, incluindo etnias que participam do evento pela primeira vez. Esse ano, o espaço recebe os povos Yawalapiti, Krahô, Xavante, Fulni-ô, Desana, Kaxinawa, Kuntanawa, Yawanawá e Guarani, formando um grupo de cerca de 200 indígenas.

Diálogos Interculturais sobre a Água

A programação do XII Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros apresenta uma programação exclusiva acerca dos Diálogos Interculturais sobre a Água. Para fomentar a discussão, o evento realiza o Encontro de Planejamento do Processo Formativo do Centro de Saberes e Cuidados Socioambientais da Bacia do Prata 2012. Conhecida como Cúpula das Águas, a agenda de reuniões e oficinas tem como proposta central atividades de promoção ao diálogo e à organização do que for deliberado por meio dos debates, que serão realizados no período de 25 a 27 de julho (saiba mais aqui).

V Encontro de Capoeira Angola

O Encontro de Capoeira Angola foi introduzido no Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros com o intuito de fortalecer os laços culturais de origem afro-brasileira na região. A ideia é promover a reunião de gerações de Capoeira Angola, unindo velhos Mestres, de reconhecimento mundial, a novos Mestres e praticantes que lutam pela manifestação.

O V Encontro de Capoeira Angola, que será realizado durante o XII Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, de 27 a 29, tem como objetivo conscientizar a população, especialmente crianças e jovens, acerca das práticas e representações que configuram o racismo e o preconceito.

CENTROÉCine

Em sua terceira edição, o CENTROÉCine, mostra de audiovisual, terá quatro mostras: Panorama da Imagem Indígena, Mundo das Crianças, Revendo as Culturas Tradicionais e Panorama Centro-Oeste.

Outro diferencial dessa terceira edição é a exibição de filmes durante a VI Aldeia Multiétnica. Com a temática “Panoramas da Imagem Indígena”, as etnias poderão assistir filmes realizados por cineastas como Andrea Tonacci e Cao Hamburguer, além do aclamado filme Hotxuá, de Letícia Sabatella, bem como produções feitas nas próprias aldeias, resultado do encontro entre os índios e a sétima arte.

Na Vila de São Jorge, a mostra “Mundo das Crianças” é voltada ao publico infanto-juvenil. Com produções do Brasil, Burkina Faso, Níger e França, o objetivo é mostrar às novas gerações como as infâncias podem ser diferentes em lugares com culturas distintas e graus de desenvolvimento econômico e social.

A mostra “Revendo as Culturas Tradicionais” estabelece um paralelo entre como algumas comunidades eram vistas no passado e como são retratadas atualmente. Entre os assuntos abordados estão o samba carioca, os repentes e as emboladas de coco, além da capoeira angola.

Confira aqui o site oficial do Encontro de Culturas.

Fonte: Ministério da Cultura – MinC (www.cultura.gov.br)

(Redação: Heli Espíndola, Comunicação/SCDC)
(Fotos: Fredox Carvalho)

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CEAO – Centro de Estudos Afro-Orientais

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 23, 2012 at 8:52 am

N°o1- 23  de julho  – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Pós-Afro realiza defesas de mestrado na próxima semana

O Pós-Afro (Programa de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos), da Universidade Federal da Bahia, convida para as sessões públicas de defesa de dissertação no Auditório Milton Santos, Ceao, Largo Dois de Julho. Confira a programação:

30/07 (segunda-feira) | 8h
Título: Correspondências pessoais ajudam a criar instituições: Pierre Verger, o Museu Afro-Brasileiro e sua rede de colaboradores(1972-1976)
Mestranda: Thiara Cerqueira Matos
Banca Examinadora:
Profa. Dra.Angela Luehning (Orientadora)
Profa. Dra. Suely Seravolo (UFBA)
Prof. Dr. Marcelo Bernardo da Cunha (UFBA)
30/07 (segunda-feira) | 10h30
Título: Arte e identidade : adornos corporais Pataxó
Mestranda: Arissana Braz Bomfim de Souza
Banca Examinadora:
Profa. Dra. Maria Rosário Carvalho(UFBA)
Profa. Dra.América Lúcia Silva Cesar (UFBA)
Profa. Dra.Maria Nazaré Mota de Lima (/UNEB)
31/07 (terça-feira) | 14h
Título: Patxohã, língua de guerreiro: um estudo sobre o processo  de retomada da língua pataxó
Mestranda: Anari Braz Bomfim
Banca Examinadora:
Profa. Dra.América Lúcia Silva Cesar(UFBA)
Profa. Dra.Maria do Rosário Carvalho(UFBA)
Profa. Dra.: Suzane Lima Costa (/UFBA)

CEAO – Centro de Estudos Afro-Orientais
Pç. Inocêncio Galvão, 42, Largo Dois de Julho – CEP 40025-010. Salvador – Bahia – Brasil
Tel (0xx71) 3322-6742 / Fax (0xx71) 3322-8070 – E-mail: ceao@ufba.br – Site: www.ceao.ufba.br

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Missa Afro anual em homenagem a memória de Mãe Quina de Yemanjá‏

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 22, 2012 at 6:45 pm

N°o1- 22  de julho  – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

A diretoria da casa tradicional Assobecaty e a Yalorixá Carmen de Oxalá, convoca os amigos,filhos e netos da casa para realizarmos a obrigação anual de passagem para o Orum da saudosa Mãe Quina de Yemanjá, a missa afro em memória será celebrada nesta segunda -feira, 23, na sede da Assobecaty – Associação Beneficente Cultural Africana Templo de Yemanjá a partir das 20 horas.


Missa Afro  anual em homenagem a memória de Mãe Quina de Yemanjá.


Quando: 23/07
Horário: 20 horas
Onde: Assobecaty – Associação Beneficente Cultural Africana Templo de Yemanjá ,Santa Rita – Guaíba

__________________________________________________________________________________________

" Faço de mim uma casa cheia de sentimentos bons,onde a má fé não faz morada e a maldade não se cria.Me cerco de boas intenções e amigos de  nobres corações,  que sopram  e abrem portões com chave que não se copia"( Morada).

                 Mãe Carmen de Oxalá – Yalorixá da Casa Tradicional Assobecaty

(51) 97010303  81810404 e 3055665


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Política Como Grandeza Humana

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 21, 2012 at 10:17 pm

N°o1- 22 julho  – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Por Sérgio São Bernardo
A política representativa, que deveria ser uma ação humana voltada para fins como preleciona os defensores de uma racionalidade humana moderna (Kant, Marx, Habermas) ou até mesmo uma técnica de coexistência e decisão dos interesses humanos, num olhar racional pragmaticista, (Charles Peirce, Richard Rorty), degenerou-se. Em seu lugar, o patrimonialismo, o fisiologismo, a produção midiática e a garantia compulsória de votos comprados têm sido os únicos apetrechos utilizados pelos candidatos no agenciamento de recursos para uma suposta manutenção de base eleitoral. Por esta razão, a sociedade organizada e membros do poder judiciário estão maquinando arranjos institucionais que tentam limitar as aberrações desse modelo.
Aquela velha ideia de que o político deveria privilegiar o cumprimento de seu contrato político, valorizando as pessoas e o lugar das pessoas, rediscutindo bases elementares de novos contratos sociais, confrontando projetos nacionais e interesses locais, fazendo debates abertos e abrindo publicamente seus patrimônios, interesses e acordos, reinstaurando, assim, uma perspectiva apaixonada da atividade política como quiseram, uma vez na história, os Gregos.
O que digo é que os mecanismos de representação política e o sistema político brasileiro – vale dizer: voto censitário, voto obrigatório, financiamento privado, candidaturas etnocêntricas, contribuem para a eleição de certa tipologia de candidaturas, muitas vezes moldadas em valores e princípios patrimonialistas, genéricos, assistencialistas, racistas e machistas.
O poder do dinheiro e da burocracia ditam as regras da ação política e em especial do processo eletivo. Os candidatos não precisam mais ser capazes de dizer muito sobre quem e o que eles representam; limitam-se a discursos genéricos, depois reivindicam favores específicos. Este modelo apenas nos faz mais mentirosos e impotentes! Políticos de “esquerda” e de “direita” não se entendem nos projetos que os vinculam, mas, unificam-se nos métodos da pequenez da ação política quando o assunto é manter-se no poder.
Nesse contexto, têm surgido proposições que superam este modelo: a eleição de representações informais eleitas pelo voto popular, o fim da emenda parlamentar, o fim da remuneração e incentivos do cargo, a possibilidade do eleitor destituir o mandato de seu representante através de mecanismos rescisórios, a punição aos eleitores que vende seu voto, etc.
Por conta dessa indústria fisiológica, teremos um contingente de eleitores que praticarão o engodo invertido da representação política, enganarão seus representantes, receberão seu dinheiro e não votarão nele. Sabendo disso, eles, os políticos, irão aumentar o número de votos comprados para “engordurar” o seu coeficiente eleitoral. Campanhas de descontentamento com este ou aquele candidato não resolvem. Ninguém está a salvo nesse modelo. É preciso propor novas ideias, projetos e pessoas e que nos coloquemos para empreendê-las.
Sérgio São Bernardo
Advogado, Professor Direito Uneb, Mestre em Direito UNB.
Sergio São Bernardo
71 99643542

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REconhecer – é descortinar o passado e redefinir o futuro.

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 19, 2012 at 9:15 am

N°o1- 19  de julho  – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

REconhecer – é descortinar o passado e redefinir o futuro.
O objetivo do programa REconhecer é evidenciar a diversidade do universo feminino, geralmente apresentado de maneira reducionista e unilateral. 
O REconhecer é um jeito diferente de valorizar as heranças africanas: a partir da nossa voz, da nossa cara e da nossa escrita!
Programa está disponível em nosso site www.estimativa.org.br
A 5º edição do Programa REconhecer, fala sobre Empreendedorismo Afro Brasileiro, com dicas importantes para você que já é uma empreenderora ou que esta pensando em montar o seu próprio empreendimento.

Aproveitamos para trazer à tona que o empreendedorismo africano e/ou afro-brasileiro é muito presente em nossas vidas.
Assista ao Programa REconhecer – Empreendedorismo Afro
Apresentação Neide Diniz e Vanda Ferreira
E ainda, Momento Trançando Idéias e dicas de empreendedorismo.
Créditos:
Apresentadora: Neide Diniz
Griot: Vanda Ferreira

Momento Colaboradora: Giselle Moraes
Tranceira convidada: Ednéa Rubim

Modelo trança: Jane Gomes

Produção Executiva: Jana Guinond
Direção: Janaina Oliveira Re.Fem
Fotografia: Janaina Oliveira Re.Fem.
Fotografia (Still): Janaína Oliveira Re.Fem e Ednea Rubim
Roteiro e pesquisa: Neide Diniz e Jane Gomes
Figurino: Jane Gomes
Vinhetas: Marcos Shaft
Assistente de produção: Giselle Moraes, Carolina Lopes, Iris Jane e Gracianne Daudt
Produção: Deni Moura, Ednéa Rubim, Carolina Lopes e Jana Guinond
Edição e Finalização: Janaina Oliveira Re.Fem.
Trilha sonora: Lisa Castro
Comunicação: Luanda Negreira e Neide Diniz

Legenda em inglês: Giselle Moraes

Realização:

Estimativa

Apoio:
Ponto de Cultura Cinemina Pontos de Visão
Burburinho Soluções Produções Artísticas

Coisa Nossa Produção e Comunicação

 

 

REVISTA CONEXÃO AFRO

Carmen da Psicologia exercendo o poder político em audiência com o Senador Paulo Paim

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 16, 2012 at 11:56 pm

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Pensei que seria bom dividir com todos vocês um pouco da agenda com o Senador Paulo Paim. Agenda foi bem positiva, tiramos algumas fotos e falamos brevemente

Mãe Carmen de Oxalá é a Porta voz do PROJETO COLETIVO PRA GUAÍBA

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 15, 2012 at 10:01 am

N°o1- 15 julho  – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

 P7020232 JÁ ESTA EM ANDAMENTO UM PROJETO COLETIVO PRA GUAÍBA.

NO DIREITO DE DIZER AO MUNICÍPIO DE GUAÍBA QUE É PRECISO MUDAR, TER CORAGEM PRA MUDAR…

MUDAR A FORMA DE VER O MUNDO, AS POLITICAS PÚBLICAS, OS CONCEITOS E ATÉ MESMO AS LEIS…

MUDAR AS RELAÇÕES, DE TRABALHO, SOCIAIS, HUMANAS, DE GÊNERO…

NA DEFESA DA ANCESTRALIDADE AFRICANA, DO DIREITO QUE TEMOS DE TER FÉ, DE ACREDITAR E MANIFESTAR ESSA CRENÇA.

CARMEN CAMINHA POR SUA CIDADE COM SUAS BANDEIRAS ANCESTRAIS, SUAS CAUSAS FEMININAS, SUAS LUTAS URBANAS CONQUISTANDO DIREITOS HUMANOS, REAPROPRIANDO OS CIDADÃOS DE SEUS SONHOS E UTOPIAS…VAMOS JUNTOS, POIS A CORAGEM É PRA MUDAR: O COMPORTAMENTO, A ATITUDE, O FAZER… PRA MUDAR SEU VOTO…

VOTE 13, VOTE 13088

CARMEN DA PSICOLOGIA

CONEXÃO AFRO conexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe
Carmen de Oxala :
 
  (51) 81810404 / (51)  30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

Durante Audiência Pública do CONSEA , Representantes de Comunidades Tradicionais reivendicam Direitos Humanos

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 14, 2012 at 7:39 pm

N°o1-14 julho  – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

 P6250200

Cacique Charrua e Mãe Carmen de Oxalá

Os ninguéns: os filhos de ninguém, os dono de nada. Os ninguéns: os nenhuns, correndo soltos, morrendo a vida, fodidos e mal pagos: Que não são embora sejam. Que não falam idiomas, falam dialetos. Que não praticam religiões, praticam superstições. Que não fazem arte, fazem artesanato. Que não são seres humanos, são recursos humanos. Que não tem cultura, têm folclore. Que não têm cara, têm braços. Que não têm nome, têm número. Que não aparecem na história universal, aparecem nas páginas policiais da imprensa local. Os ninguéns, que custam menos do que a bala que os mata.”

Eduardo Galeano

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Associação Beneficente Cultural Africana Templo de Yemanjá

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 14, 2012 at 4:01 pm

N°01- 14   de julho –Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Associação Beneficente Cultural Africana Templo de Yemanjá

A S S O B E C A T Y

Wenseslau Fontoura, 226 – Santa Rita

assobecaty@hotmail.com

fone: 30 556655

Prezado (a) Sr. /Sr ª

Ao cumprimentar lhe destacamos a sua valiosa contribuição para o circuito de intervenções que apresentamos: Conceitos sobre Patrimonio Imaterial, a se realizar no dia 18 de julho a partir das 9 horas na sede da Assobecaty. Acompanhando às intervenções abriremos o cicloTrilhas de Africanidades em homenagem à mãe Oxum, rituais que tem por ojetivo conduzir a imagem até seu futuro espaço sagrado na Praia da Alegria.

Para tal atividade assinalam a sua presença e participação:

  • Comissão Permanente dos Direitos Humanos da Procuradoria Geral do Estado do Rio Grande do Sul – PGE

  • Conselho de Desenvolvimento e Participação da Comunidade Negra do Rio Grande do Sul/CODENE

  • Diretoria de Cidadania Cultural/ Secretaria de Estado da Cultura – SEDAC

  • Instituto do Patrimonio Histórico e Artístico do Estado do Rio Grande do Sul/ IPHAE RS/SEDAC

  • Museu Antropológico do Rio Grande do Sul

  • Departamento de Direitos Humanos e Cidadania da Secretaria de Estado da Justiça e Direitos Humanos

  • Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul/MP RS

  • Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos/ Secretaria de Direitos Humanos – Presidência da República

  • Ouvidoria Fundação Palmares

  • Ouvidoria da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial – SEPIR

  • Gabinete Senador Paulo Paim

  • Universidade Luterana – ULBRA/ Coordenação do Departamento de Historia

Na oportunidade o ciclo Trilhas de Africanidade apresentará suas propostas e seu calendário para a realização dos ritos.

Contando com sua prestimosa participação subscrevemo nos.

Denise Flores

Presidenta da Assobecaty

Guaiba, 10 de julho de 2012.

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Conselho de Polític

Mãe Carmen de Oxalá Presidente da CEASA – Gerson Madruga

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 12, 2012 at 8:13 pm

N°01- 12  de julho –Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

P6250202

ENCONTRARAM-SE NA AUDIÊNCIA PÚBLICA DA SEGURANÇA ALIMENTAR, O DIRETOR DA CEASA, GERSON MADRUGA E CARMEN. CONVERSAM SOBRE A REESTRUTURAÇÃO DA CEASA E DA INTEGRAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS NUM SISTEMA DE SEGURANÇA ALIMENTAR ADEQUADO.

O BRASIL SEM MISÉRIA É UM PROJETO ESTRATÉGICO DO GOVERNO DILMA, E ESSA PARCERIA SOCIEDADE E ESTADO É FUNDAMENTAL PARA SEU SUCESSO.

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O Pró-Rede:Rede de Pesquisador@s Negr@s e da Temática Racial da UFRB

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 11, 2012 at 11:51 pm

N°01- 11 de junho –Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

O Pró-Rede:Rede de Pesquisador@s Negr@s e da Temática Racial da UFRB é uma iniciativa da PROPAAE, que tem o objetivo de ampliar o espaço endereçado a pesquisadores negros/negras e da temática racial, dos Centros e Núcleos de Pesquisas da UFRB e de outras Universidades que se dediquem ao estudo do tema das relações raciais, das políticas afirmativas e que busquem debater e divulgar suas produções.
Considerando seu amplo escopo e os diferentes recortes e abordagens possíveis, inclusive sob o ponto de vista teórico-metodológico, o Pró-rede: Rede de Pesquisador@s Negr@s e da Temática Racial da UFRB, se coloca como eixo organizador e de articulação política para tais estudos e pesquisas.
São objetivos do Pró-rede:

  • Possibilitar o intercâmbio entre pesquisadores e pesquisas dos diferentes Centros de Ensino da UFRB sobre a temática étnicorracial;
  • Possibilitar o intercâmbio entre pesquisadores e pesquisas de diferentes universidades e de distintos países sobre a temática étnicorracial e suas múltiplas áreas de conhecimento;
  • Consolidar um espaço científico, de discussão interdisciplinar sobre a temática étnicorracial na UFRB;
  • Realizar encontros, seminários, congressos, oficinas, workshops, cursos e reuniões para formação e fortalecimento desta rede;
  • Promover a ampliação e a divulgação da produção acadêmica a nível de publicações e pesquisas sobre a temática étnicorracial, em diversas áreas do conhecimento.

Assim, a PROPAAE convida os pesquisadores e Núcleos de Pesquisas da UFRB, vinculados a essa temática, para participarem do “I Encontro do Pró-rede: Rede de Pesquisador@s Negr@s e da Temática Racial da UFRB”, que será realizado no dia 12 de julho de 2012, no auditório do CAHL, em Cachoeira, com o propósito de aprofundarmos as discussões, levantarmos propostas de funcionamento e os demais encaminhamentos necessários para fazermos funcionar efetivamente nossa rede.
Esse primeiro encontro contará também com a presença de professores/pesquisadores afro-americanos, com os quais pretendemos estabelecer intercâmbios e ampliar as articulações do Pró-Rede.

PROGRAMAÇÃO

"I Encontro do PRÓ-REDE: Rede de Pesquisador@s Negr@s e da Temática Racial da UFRB"

Dia 12 de julho de 2012

Local: Auditório do CAHL

Horário: das 08 às 17 hs

8hs – Mesa de Abertura:"As Políticas Afirmativas e as Pesquisas na UFRB"

Profº Ronaldo Crispim de Sena Barros – PROPAAE

Profª Ana Rita Santiago – PROEXT

Profª Ana Fermino Soares – PRPPG

Profª Rosangela Souza Silva – APNB

8:30hs: Apresentação da proposta do Pró-Rede-UFRB

Profª Dyane Brito

9:00hs: Apresentação dos Pesquisadores e Núcleos de Pesquisas da Temática

Racial na UFRB

10:00hs: Agenda de Trabalho – Propostas, sugestões e encaminhamentos

12hs: Intervalo para o almoço

13:30: Tecendo a Rede: "I Encontro com Pesquisadores Afro-americanos"

Reitor da UFRB – Profº Paulo Gabriel Soledad Nacif
Pró-reitor de Ações Afirmativas da UFRB – Profº Ronaldo Crispim de Sena Barros
Coordenadora de Políticas Afirmativas da UFRB – Profª Denize Ribeiro (mediadora)
Representante da Spelman College – Profª Cynthia Spence

Representante do Mellon Program – Profª Keisha-Khan Y. Perry

Debate – (Abrir para perguntas e colocações da plenária)
14:30hs: "As Políticas Afirmativas e os Estudos e Pesquisas com Recorte Racial e

de Gênero"

Profª Beverly Guy-Sheftal : “O Pensamento Feminista Negro”
Profº Osmundo Pinho : “Interrogando a Masculinidade Negra”
Profª Angela Figueredo : “Interseccionando Gênero e Raça nas Pesquisas”
Debate – (Abrir para perguntas e colocações da plenária)
16:30hs – Encerramento

Denize de Almeida Ribeiro

Docente do CCS/UFRB

Coordenadora de Políticas Afirmativas

Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

http://denizeribeiro.blogspot.com

Tel:75-3621-4006

"Sou nação rastafári, meu cabelo é massa

Sou nação rastafári a verdade da raça…"

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Conselho de Políticas Culturais do Recife tem novos representantes na área de Patrimônio e Arquitetura

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 10, 2012 at 10:16 pm

N°01- 10 de julho –Guaíba- RS –Brasil

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Conselho de Políticas Culturais do Recife tem novos representantes na área de Patrimônio e Arquitetura

conselho de cultura do recife 003 João Monteiro e Alexandre L’Omi L’Odò – novos conselheiros de cultura do Recife. Foto de Leandro Tavares.

Conselho de Políticas Culturais do Recife tem novos representantes na área de Patrimônio e Arquitetura

É com muita satisfação que anuncio aqui os dois nomes que a partir de hoje assumem a temática de Patrimônio e Arquitetura do Conselho Municipal Políticas Culturais da Cidade do Recife: Alexandre L’Omi L’Odò e João Monteiro.

Também outras diversas áreas da cultura tiveram seus representantes escolhidos pela sociedade em votação democrática.

Com a renovação do quadro do Conselho, Recife ganha mais fôlego para promover melhores e maiores atividades no campo da cultura da Cidade. E com isso, ganham todas e todos que de forma democrática escolheram seus representantes que vão fazer valer a outorga, pela sociedade, do cargo nas discussões do tema.

O historiador e pesquisador João Monteiro, em gestões anteriores já foi conselheiro. Chegando a ser o secretário geral do órgão. Hoje volta para prosseguir seu trabalho nas discussões pertinentes.

Alexandre L’Omi L’Odò, ativista social e cultural, sacerdote, pesquisador, e graduando em história pela UNICAP estreia agora nesta gestão na perspectiva de contribuir de forma ativa e comunicativa nos processos do Patrimônio Imaterial, Material e Arquitetura.

Juntos, os dois experientes articuladores devem realizar um trabalho ao tamanho da necessidade que o tema exige.

Também, com a entrada dos dois, os temas do Povo de Terreiro terão maior espaço para discussões na Cidade, já que até o momento o tema Patrimônio não tem dado conta desta grande parcela de nossa sociedade. Segundo os dados da Pesquisa Socioeconomica e cultural das casas tradicionais de terreiro, em Recife e Região Metropolitana existem em funcionamento mais de 1.450 terreiros, dados do MDS e UNESCO.

Sobô Nirê!
Salve a fumaça!
Ore iyé iyé oooooo!
Kawo Kabiesilé!

Alexandre L’Omi L’Odò.

Quilombo Cultural Malunguinho

alexandrelomilodo@gmail.com


———————————–
Alexandre L’Omi L’Odò
Sacerdote Iyáwò L’Osùn e Juremeiro
Estudante de História – UNICAP
Músico/Percussionista – Arte-educador
Pesquisador – Produtor Cultural/Fonográfico
Gestor Cultural e Exotérico Holístico
Rua da Harmonia nº.27
Peixinhos – Olinda – PE
Cep:53220-330
00 55 (81) 8887-1496 (Oi) / 3244-2336 (Res.) / 9868-5570 (TIM)
www.alexandrelomilodo.blogspot.com
www.nacaocultural.pe.gov.br/alexandrelomilodo
www.myspace.com/mestregalopreto

II Seminário Aids e Religião

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 10, 2012 at 9:23 am

N°o1- 10  de julho  – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Apresentação

A questão religiosa esteve presentes desde muito cedo nas discussões sobre a epidemia de AIDS. Os discursos e práticas religiosas foram usados como instrumento de culpabilização das pessoas infectadas com o vírus HIV e doentes de AIDS contribuindo para a estigmatização e não promovendo um engajamento efetivo no seu enfrentamento. Contudo, desde o início da epidemia houveram inúmeras iniciativas importantes desenvolvidas a partir das religiões que merecem ser visibilizadas.

Evento

Em 2010, a Faculdades EST, em parceria com a Prefeitura Municipal de São Leopoldo, através da Coordenação Municipal de DST/AIDS e do Serviço de Atendimento Especializado (SAE), e com a ONG Apoio, Solidariedade e Prevenção à AIDS (ASPA), realizou um Seminário sobre AIDS e Religião, discutindo desafios e perspectivas para o enfrentamento da epidemia. Esse Seminário também fez parte do processo de organização e implantação do Programa de Pesquisa em HIV/AIDS e Teologia, iniciado em janeiro de 2011 na Faculdades EST.

Em 2012 a primeira turma do Mestrado em HIV/AIDS e Teologia encerra o seu período de estudos e pesquisa. Com um grupo de parceiros ampliado, a Faculdades EST e a Coordenação Municipal de DST/AIDS estão promovendo mais um Seminário AIDS e Religião. Dessa vez, o Seminário pretende discutir de que forma a teologia pode oferecer subsídios para o trabalho desenvolvido no âmbito da epidemia tanto por parte das diferentes religiões quanto no âmbito das políticas públicas, particularmente no acolhimento nos vários níveis de atenção. Será uma oportunidade para debater com especialistas nessas temáticas, para compartilhar pesquisas desenvolvidas nessa área e para conhecer experiências propositivas e promissoras.

Cada vez mais o silêncio ou a condenação simplista dão lugar a perspectivas que procuram compreender todas as questões implicadas na epidemia de HIV/AIDS no âmbito das religiões. Ao mesmo tempo, os/as agentes do poder público são confrontados/as com as questões religiosas que ajudam a configurar o universo de sentidos das pessoas com as quais trabalham. A teologia, enquanto saber produzido no cruzamento dessas duas realidades, tem o potencial de ajudar a estabelecer pontes que preservem as características e as responsabilidades de cada um desses espaços e, ao mesmo tempo, permitam um diálogo produtivo e capaz de incidir positivamente na vida das pessoas que vivem e convivem com HIV/AIDS.



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TERREIRO DE MATAMBA TOMBENCI NETO REALIZA FESTA DE INAUGURAÇÃO DE OBRAS.

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 9, 2012 at 10:11 pm

N°01- 09  de julho –Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Ilhéus, 09 de Julho de 2012
 
TERREIRO DE MATAMBA TOMBENCI
NETO REALIZA FESTA DE INAUGURAÇÃO DE OBRAS.
 
No dia 11 de
Agosto, um dos mais antigos e tradicionais terreiros de Candomblé da Bahia, o
Terreiro de Matamba Tombenci Neto fundado em 1885, comandado hoje por Mãe Hilsa
Mukalê, realiza festa comemorativa pelo sucesso da reforma realizada no terreiro. Comemoração que inclui, descerramento
de uma placa  comemorativa, lançamento de um vídeosobre Mameto Mukalê e seus 14 filhos e
filhas, exposição fotográfica “Olhar Achado no Tempo”é um toque em ritmo de festa
com um xirê completo para todos os Nkissis.
Os festejos serão
realizados na praça D.Roxa e no barracão principal do terreiro, no bairro da
Conquista em frente a sede do Bloco Dilazenze na Av. Brasil, e vai contar com a
participação de varias autoridades religiosas de vários estados Brasileiros.
Os contatos podem ser feitos por telefone para (73) 8809-3958 (Marinho
Rodrigues); e por email para matambatombencineto@yahoo.com.br.
Vejam também nosso blog: www.matambatombencineto.blogspot.com

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Rede Saúde e Cultura

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Julho 7, 2012 at 11:51 pm

N°01- 07  de julho –Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

O Ministério da Cultura, por meio da Representação Regional em Minas Gerais, e a  Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lançam oficialmente , no dia 18 de julho, às 17h, no Teatro Santa Izabel, em Diamantina, a Rede Saúde e Cultura em Minas Gerais. A cerimônia, que contará com a presença da chefe da Representação Regional do MinC em Minas Gerais (RRMG/MinC), Cesária  Macedo, e da coordenadora do projeto, Luciana Sepúlveda, pesquisadora da Fiocruz- Brasília, será realizada dentro da programação do 44º Festival de Inverno da Universidade Federal de Minas Gerais, que acontece na cidade de 15 a 26 de julho .

Parceria entre o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural (SCDC/MinC), e a Fiocruz, a Rede Saúde e Cultura tem como objetivo trabalhar pela promoção da saúde e pela qualidade de vida a partir do fortalecimento e da aproximação entre as políticas públicas de saúde e de cultura.

A Rede Saúde e Cultura contará com um espaço dedicado a oficinas, rodas de conversas, exposições e mostras de projetos que atuam na interface saúde e cultura. O Espaço Saúde e Cultura funcionará no Centro Vocacional Tecnológico Chica da Silva (Praça Doutor Prado, nº 99) e pretende ser um local de visibilidade e de integração dos atores que atuam nestas áreas.

Oficina

No dia 19 de julho, às 17h, o Espaço receberá a oficina Saúde e cultura: tecendo a rede! que será ministrada pela coordenadora da Rede, Luciana Sepúlveda Köptcke. O objetivo da oficina é promover a colaboração entre atores e experiências que relacionam as áreas da cultura e da saúde.

Após a oficina, às 19h30, será lançado o livro A Sabedoria Que a Gente Não Sabe do segundo volume da coleção Arte e Saúde Mental. O livro é uma coletânea de textos e palestras de diversos autores como Benilton Bezerra, Paulo Amarante, Gina Ferreira e Lula Wanderley realizadas durante os I, II, e III Encontros de Arte e Saúde Mental, ocorridos entre 2006 e 2009 no Rio de Janeiro e em São João Del Rei

Depois do lançamento da obra será realizada roda de conversa com o professor Walter Melo Junior da Universidade Federal de São João Del Rei (MG) e um dos organizadores da publicação.

Pontos de Cultura no Festival

Representantes de 33 Pontos de Cultura de Minas Gerais participarão da 44ª edição do Festival de Inverno da UFMG, que tem como tema O Bem Comum. A iniciativa acontece graças à parceria entre a UFMG, o Ministério da Cultura, a Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais e a Comissão Estadual dos Pontos de Cultura de Minas Gerais. O 44º Festival também recebe recursos da Lei Rouanet.

Os representantes integrarão as atividades do Festival, que terá uma programação voltada para a formação e a experiência compartilhada entre os participantes. Serão criados grupos de trabalho em seis casas temáticas que terão como foco o estímulo à invenção, a aprendizagem e a reflexão crítica. A ideia é que estas Casas sejam espaços de troca e circulação de saberes e práticas, num diálogo horizontal entre os conhecimentos acadêmico e o tradicional.

Seminário

Integra ainda a programação do Festival de Inverno da UFMG o seminário Os saberes e o bem comum que acontecerá também no dia 18 de julho, a partir das 15h (antes do lançamento da Rede Saúde e Cultura) no Teatro Santa Izabel e terá como tema A palavra, o canto a cura. O seminário terá como palestrantes o mestre Toninho Maxacali, o antropólogo e jornalista Spensy Pimenttel, o mestre-aprendiz Guarani, Valmir Gonçalves Cabrera e o cantor e “guardião da cultura”, Getúlio Krahô.

Durante o seminário haverá exibição do filme Mbaraká: a palavra que age, que aborda o universo dos cantos xamânicos por meio dos aspectos performáticos da palavra, da sonoridade, do gesto, da dimensão onírica e de volição mobilizada pelo canto.

(Redação: Heli Espíndola, com informações da RRMG/MinC)

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