Revista Online Conexao Afro

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Reunião étnico-racial na SEDAC nos Diálogos Temáticos

In Conexão Afro, Polítca on Abril 29, 2011 at 5:35 pm

N°1- 29  de  Abril  ano 2011 – Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO

LAVADEIRA VAI ACONTECER!

Reunião étnico-racial na SEDAC nos Diálogos Temáticos

Diálogos Temático (Comunidade Negra) SEDAC - 26-04-2011 001A quarta reunião dos “Diálogos Temáticos” promovidos pala Diretoria da Cidadania Cultural da Secretaria de Estado da Cultura (DCC/SEDAC) realizada na terça-feira, 26/04, traz para o centro do debate a discussão étnico-racial, pautando a cultura da comunidade negra. O Diretor da Diretoria de Cidadania Cultural e Coordenador dos Diálogos Culturais da Conferência “Cultura para o Rio Grande Crescer”, Marcelo Azevedo saudou os convidados apresentando a equipe das três coordenações que compõe sua diretoria.

Através da Coordenação da Diversidade Cultural a reunião encaminhou o tema do encontro focando a formação dos Colegiados para a Conferência – “Cultura para o Rio Grande Crescer”, que acontecerá nos dias 29 e 30/04 em Santa Maria. Desta feita as representações das entidades de vários setores da comunidade negra lotaram a sala de reunião da Secretaria de Estado da Cultura.

Diálogos Temático (Comunidade Negra) SEDAC - 26-04-2011 005Os trabalhos desenvolvidos nas reuniões dos “Diálogos Temáticos” da Secretaria de Estado da Cultura têm a finalidade de escutar todos os seguimentos da sociedade através das diferentes expressões culturais, com suas manifestações em todo o estado, na idéia de identificar as demandas que esses setores gostariam de apresentar para compor as diretrizes da cultura para o próximo período no estado. A Coordenadora da Diversidade Cultural, Lanna Campos mediou o debate que contou com a participação das coordenações da Política de Pontos de Cultura e de Culturas Populares que trabalharam na (formulação e na escuta) das propostas encaminhadas pelos ativistas sociais.

Setores dos governos municipal, estadual e federal compartilharam propostas com a sociedade civil representativa da cultura de matriz africana, na perspectiva de apontar soluções para as diversas demandas, que trouxeram para a mesa com a experiência acumulada dos movimentos sociais como: .REVISTA CONEXÃO AFRO, ASSOBECATY,UNEGRO, AFRO-TCHÊ, GUAYÍ-CAIXA PRETA, CAPOEIRA-RS, MAVTRON e outras organizações que trouxeram seu acúmulo da militância na cultura, e colocaram-se a disposição para resgatar os documentos da cultura, produzidos ao longo da história do movimento negro. Para os ativistas sociais que se manifestaram acerca da formatação de um Fórum permanente, fica o desafio da SEDAC, no que consideraram: “É uma grande oportunidade para a consolidação de políticas públicas de antigas reivindicações das lutas do povo negro”, refletem.

Prudêncio

Griô em comunicação social, Direitos Humanos e Cidadania

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Telefones: 9144-6426 e 9189-4992

Coordenação da Política de Pontos de Cultura

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Diretoria da Cidadania Cultural – SEDAC

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Defesa de tese de doutorado no CEAO

In Conexão Afro, negritude, Polítca on Abril 28, 2011 at 11:08 pm

CEAO – Centro de Estudos Afro-Orientais

N°1- 28  de  Abril  ano 2011 – Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO

Defesa de tese de doutorado no CEAO

Nesta quinta-feira (28), às 15h, o doutorando do Programa Multidisciplinar de Pós- Graduação em Estudos Étnicos e Africanos (POSAFRO), Jurandir Antonio Sá Barreto Junior, defende a tese intitulada Discriminação Religiosa e Poder Judiciário Penal na Bahia, no auditório Milton Santos do Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO) da UFBA.

Além do orientador da tese de doutorado, professor Jeferson Bacelar (POSAFRO/UFBA), a banca examinadora será composta pelos professores Cláudio Luiz Pereira (co-orientador/POSAFRO/UFBA), Walter Fraga Filho (UFRB), Stella Rodrigues dos Santos (UNEB) e Ricardo Maurício Freire (UFBA).

Defesa da tese de doutorado: Discriminação Religiosa e Poder Judiciário Penal na Bahia

Quando: 28 de abril (quinta-feira), às 15h

Onde: Auditório Milton Santos/CEAO – Pç. Inocêncio Galvão, 42, Largo Dois de Julho

Mais informações: (71) 3283-5508 / www.posafro.ufba.br

CEAO – Centro de Estudos Afro-Orientais
Pç. Inocêncio Galvão, 42, Largo Dois de Julho – CEP 40025-010. Salvador – Bahia – Brasil
Tel (0xx71) 3322-6742 / Fax (0xx71) 3322-8070 – E-mail: ceao@ufba.br – Site:www.ceao.ufba.br

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CADÊ AS VERBAS ?

In Conexão Afro, negritude, Polítca on Abril 27, 2011 at 2:29 pm

 

N°1- 27 de  Abril  ano 2011 – Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO

SECRETARIAS ESPECIAIS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SOFREM COM A FALTA DE DINHEIRO

O status de ministério ficou apenas no nome de quem ocupa o cargo. As secretarias especiais, criadas no governo Lula para garantir aplicação de recursos em áreas sensíveis, amargam desde 2003 a falta de dinheiro em caixa. Neste ano, as três pastas juntas — Direitos Humanos, Políticas para Mulheres e Igualdade Racial — terão R$ 431 milhões para gastar. O valor é 30% menor que o orçamento, por exemplo, do Ministério da Pesca, órgão com a menor destinação de recursos na lei orçamentária —- R$ 553 milhões — e que passou longe da disputa dos partidos por cargos.

Além de limitados, os orçamentos das secretarias especiais sofrem todos os anos com o contingenciamento. “A liberação dos recursos é toda no fim do ano. O que acontece é que as pastas não conseguem nem gastar. Os programas sociais não param, precisam de dinheiro o ano todo”, destaca a especialista em segurança pública e gênero Eliana Graça, que critica a transparência da aplicação de verba. “Grande parte dos projetos são feitos por prefeituras e organizações não governamentais, sendo que muitos convênios são aprovados sem análise técnica e sem acompanhamento”, destaca a especialista.
No ano passado, dos R$ 239,3 milhões previstos para ações de direitos humanos no país, apenas R$ 191,2 milhões foram pagos. O que significa dizer que o governo investiu menos de R$ 1 por brasileiro nessa área. A pasta é responsável por programas de combate à exploração sexual de crianças e adolescentes, proteção de pessoas ameaçadas, ações de acessibilidade e de defesa dos idosos.
Os cortes no orçamento deste ano também já afetaram as secretarias. A execução nas três pastas está abaixo de 10%, sendo que o pior índice está registrado na Secretaria de Políticas de Igualdade Racial, que gastou menos de 3%. A pasta de Direitos Humanos executou 4% do orçamento previsto para este ano.
Mesmo Dilma Rousseff tendo garantido prioridade para a infância no seu governo, até agora não houve novos investimentos no enfrentamento da violência sexual contra crianças e jovens. Apesar dos R$ 12,3 milhões disponíveis para a ação, menos de 1% está empenhado e nada foi pago. O Programa Nacional de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente em Conflito com a Lei (Pró-Sinase) também não teve aporte de recursos. Os dados são de um estudo preparado pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) com a série histórica de gastos dessas secretarias, que compõem o orçamento social do governo.
“Há um aumento nos recursos das secretarias em geral por conta da pressão dos movimentos por emendas no Congresso, mas a verba ainda está muito aquém do ideal para os temas. É impossível combater o problema da violência contra a mulher, por exemplo, com R$ 35 milhões. Chega a ser ridículo”, afirma Eliana.
Muito a fazer
A Secretaria Especial da Mulher começou 2003 com R$ 33,8 milhões, quando teve uma execução de R$ 5,6 milhões, e chegou, no ano passado, a R$ 109 milhões, com R$ 96,1 milhões gastos. Além da violência, a secretaria tem, entre as atribuições, a elaboração de políticas públicas de gênero, incluindo ações de incentivo ao empreendedorismo e melhorias nas condições de trabalho.
A Igualdade Racial tem o pior cenário. Dos R$ 94 milhões autorizados no orçamento deste ano, pouco mais de R$ 2,2 milhões foram gastos até agora, sendo que R$ 2,1 milhões são voltados para o pagamento de despesas administrativas. O restante — menos de R$ 100 mil — foi investido no programa Brasil Quilombola e em ações de promoção de políticas afirmativas. O governo passado estabeleceu uma agenda para a assistência das 1.739 comunidades remanescentes de quilombos. O projeto era atender, até o fim do ano passado, essas áreas, localizadas em 330 municípios de 22 estados brasileiros.
“Ainda estamos muito longe de colocar esses temas como prioritários ou dentro de uma política transversal, como prevê a lei. Igualdade Racial, Mulheres e Direitos Humanos não estão, de fato, agregadas ao núcleo duro do governo”, critica Eliana. O Correio entrou em contato com as secretarias e não obteve retorno.
Mais uma
O governo Dilma anunciou a criação de uma estrutura nova: a Secretaria Especial de Aviação civil, ligada à Presidência da República. A pasta, que também tem status de ministério, será responsável por articular políticas para os aeroportos brasileiros. A intenção é reduzir a possibilidade de colapso na aviação civil durante eventos como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. A estrutura atual da Esplanada é composta por 37 ministérios.

Fonte: Correio Braziliense

Alana Rizzo

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2011/04/2…

Campanha Faça seu Criolinho Feliz

In Conexão Afro, negritude on Abril 26, 2011 at 11:44 pm

N°1- 26  de  Abril  ano 2011 – Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO

Campanha Faça seu Criolinho Feliz
adote esta ideia.
Escola do Bê-a-bá de Angola Malta dos Guris e Gurias de Rua
Conversa de Tambores
dia 01 de maio de 2011 Domingo
Local: Nonoai Tenis Clube – Av. Nonoai,512 – frente a SPAM
Entrada Franca
12hs almoço                                                Cerveja R$ 3,00 latão
l4hs filme O Grande Tambor                                 Vinho
16hs Capoeira de Raiz                                   Refrigerante
19hs Samba de Roda                                    Doces e Salgados
21hs Samba de Mesa                                    Almoço R$ 5,00
Agradecemos a sua particvipação nos anteriores e contamos com você na
construção deste proximos eventos
AXÉ
Convide seus amigos, para nos sera um prazer

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Reflexões por uma Pedagogia Anti Racista

In Conexão Afro, Educação, negritude on Abril 26, 2011 at 9:34 am

N°1- 26 de  Abril  ano 2011 – Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO
Pedagogia Anti Racista

E se eu não tivesse tido vergonha do amigo preto de meu irmão e do bairro que morava sua família?
E se eu soubesse alguma coisa sobre sabedoria dos griôs na minha infância?
E se ao invés de colecionar revistas com horóscopos e cartazes de rapazes brancos das novelas eu tivesse conhecido Nelson Mandela e acompanhado ele tomar o poder na África do Sul?
E se minha memória ficasse marcada por ter sido contemporânea do Massacre em Ruanda?
E se ao invés de José de Alencar eu tivesse lido Malcon X? Ou se pelo menos me ensinassem que Machado de Assis e Lima Barreto eram afro descendentes?
E se minha professora tivesse tido a capacidade de entender Monteiro Lobato como racista e como consequência de um projeto eugenista?
E se eu tivesse aprendido a ver beleza nos rapazes negros quando eu ainda era adolescente?
E se eu  não tivesse escolhido as meninas mais brancas, mais inteligentes com os cabelos mais lisos para fazer parte do meu grupo?
E se eu tivesse sido motivada a valorizar Fela Kuti e não Madona nas atividades de educação artística?
E se meus professores tivessem me apresentado Nzinga, Clementina de Jesus, Dandara, Acotirene, Ângela Davis?
E se eu não tivesse aprendido que o candomblé era uma religião inferior?
E se minha mãe tivesse conhecido um pouco dessa outra história preta, qual o nome eu teria?
Olho para minha infância e minha adolescência e fico por vezes muitos dias me perguntando coisas como essa, de como teria sido o meu mundo, as minhas conquistas e o meu saber se eu não tivesse encontrado apenas depois dos 22 anos a perspectiva afro brasileira de se entender a história, o modelo, a dominação…
Sinto um verdadeiro incomodo por não ter tido o direito a esses conteúdos, pela educação nunca ter me permitido esse acesso em nenhuma área do conhecimento, nem a mim, nem aos meus pais, nem a nenhum dos meus ancestrais. A sensação é a de como se eu fosse analfabeta e só na idade adulta tivesse tido a real oportunidade de dominar a leitura e a escrita…
A sistema de ensino me prejudicou muito, ou pelo menos me atrasou… parte do que me ensinaram, foi inútil e deu trabalho desconstruir… se é que eu já fiz o trabalho todo…
Tive que sair da Faculdade pra começar a aprender… e até hoje me indigna não ter estudado teóricos africanos, não ter conseguido transpor o conceito do racismo do papel para lê-lo e combatê-lo desde então, tudo tão fragmentado e superficial, inebriado com o nome de Ensino Superior.
A lei 10.639 de 2003 e 11 645 de 2008, que torna obrigatório Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena, tem na verdade em seu ínterim, a esperança de que nenhuma pessoa seja educada a partir da alienação racial com que eu fui. Essa lei visa garantir que a infância e a adolescência deste país, de maioria afro descendente, em especial quando se trata de escolas públicas, possam ter o direito de, enquanto pretos e pretas, se entenderem como gente, de se reconhecerem como belos e de se terem seus heróis; e enquanto não negros de se respeitarem, de serem sensibilizados numa perspectiva anti racista.
Cumprir essa lei não é tarefa fácil e vai demorar ainda algumas gerações, principalmente por que essa lei fica especialmente sob o domínio de professores que , para além de toda a complexidade de sua carreira e de como o Estado lhe trata, são pessoas que nunca foram formadas para propagar uma pedagogia anti racista, pelo contrário, muitos trazem para o assunto a perspectiva de sua educação familiar ou religiosa, e rema na contra mão desses avanços, outros porém, trazem uma formação diferenciada, têm sensibilidade e conhecimento mais ampliado da história, porém, a estrutura institucional escolar nem sempre permite, seja se tratando da ideologia institucional escolar, seja da maioria das ideologias dos profissionais da educação.
Fato é: a lei é revolucionária, mas precisa-se comprometer as estruturas, as conjunturas, para a revolução de fato, ser palpável.
Nessa caminhada dos movimentos organizados de negros e negras, o trabalho apenas começa. É preciso sensibilizar os pais e mães a perguntar nas reuniões escolares: e a nossa lei 10 639 e 11 645? o que tem acontecido nessa escola? O que tem mudado? Qual a formação que os professores têm tido?
È preciso cobrar o Ministério Público a cobrar das secretarias de educação… É preciso cobrar das Secretarias de Educação que não se entenda essa lei como um projeto de uma unidade ou de um ano letivo…
É preciso pensar do ponto de vista curricular, política e pedagogicamente…
Nós, do movimento social, somos os que ainda temos que batalhar para a lei não se limitar a um papel, ou a um projeto folclorizado do mês de novembro e ações conteudistas por si só.
A Casa do Boneco encontrou pela primeira vez numa instituição a sensibilidade coletiva para a mudança: O IF Baiano Campus Uruçuca. Ali, direção, coordenação e professores abraçaram o desafio de construírem uma pedagogia anti racista, com o apoio da Reitoria. Pela primeira vez temos esperanças de que uma revolução de perspectiva ideológica pode-se processar no sistema educacional de uma micro realidade que é o Instituto.
De forma pioneira, uma instituição de ensino coloca um movimento negro na perspectiva de importância e de construção colaborativa que se necessita.
Verdade que a caminhada só se inicia, e como já dizia uma professora, “e ela não tem fim”, e que muitas experiencias, positivas e negativas estarão nessa caminhada, mas é tão grandioso esse começo, que não poderia fugir o registro, a emoção e o aplauso que o sorriso negro expressa quando uma batalha dessa grandiosidade, se inicia com tanta colaboração e interesse.
Olorum nos fortaleça em nossos sonhos!
Sayonara Malta, Historiadora e Militante
Casa do Boneco de Itacaré, Outono Negro

Comissão de Acompanhamento da Pesquisa Socioeconômica da Comunidades Tradicionais de Terreiros

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Abril 25, 2011 at 10:44 pm

N°1- 25  de  Abril  ano 2011 – Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO

CONVITE
Sr(a)s
Conforme convite recebido pela Coordenadoria da Igualdade Racial de Esteio,  em reunião realizada no dia 20/04/11 na Sala José Lewgoy na Assembleia legislativa do Estado, convidamos a todos para participar da reunião que ocorrerá em Esteio e contará com a participação de religiosos da região metropolitana e representantes de gestores do município de Esteio. A atividade esta sendo organizada pela Secretaria do Meio Ambiente em parceria com a Coordenadoria da Igualdade Racial e lideranças religiosas do município de Esteio e visa discutir algumas diretrizes para a Conferência Estadual de Segurança Alimentar que ocorrerá em Porto Alegre no dia 06 de maio de 2011.
REUNIÃO: 27/01/2011 – QUARTA FEIRA
HORA: 8h – 12h
LOCAL: Casa de Cultura de Esteio – Rua Padre Felipe, 900 – Centro – Esteio

"Educação é Tudo e os Liberta"

In Comunidade Tradicional de Terreiros, Educação on Abril 24, 2011 at 7:17 pm

N°1- 24  de  Abril  ano 2011 – Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO


"Educação é Tudo e os Liberta"

A Casa de Cultura em sua sede no Gramame, está com as inscrições abertas para este curso com,
duração até novembro de 2011, para 20 crianças e 20 adolescente, referente ao edital vencido pelo
CMDCA-JP.Este curso dará oportunidade das nossas crianças e adolescente,  conhecerem a nossa cultura, baseado na Lei 10.639/03.Peço favor que divulguem e inscrevam seus candidatos, vamos dar esta chance a eles que são o Futuro do nosso País.
sem nenhum custo.
Conhecimento nos liberta vamos ajudar nesta construção inédita das Comunidades de Terreiros.

Caso queiram podem entrar em contato com a Mãe Tuca.
Tel: 8745-1375   3241-9937
Não percam tempo as vagas são limitadas!!!
Muito Obrigado!!
Saudações Afro,
Renato Bonfim

COM A PALAVRA EGBOMY CONCEIÇÂO

In ROUXINOL: Coluna de Egbomi Concceição Reis de Ogum on Abril 24, 2011 at 10:05 am

N°1- 24 de  Abril  ano 2011 – Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO

Egbomy 1Prezados (as)
Pouco me pronunicio, não por omissão e nem tão pouco por não ligar ou achar-me alem do bem e do mal?
Se este ou aquele que surge com ideias que já estavam nas conversas desde de ontem, nas posições de alguns de nossos mais velhos (as) nas Propostas dos anais de vários Encontros, Foruns, Seminários, Congressos e Conferências do Povo do santo participante.
A idéia de Partido Politico religioso e nem de Partido dos Pretos não surgiu agora?
Minha opinião é de que antes de termos um Partido Politico, temos que ter Coordenadorias, Conselhos, Secretarías das Religiões de Matrizes Africanas, temos que ocupar cadeiras também nesses espaços de Poder em todo Brasil aí SIM seremos mais fortes? não adianta ainda somente ter um Partido só nosso, se a maioria do Povo do axé não vota nos representantes que temos do axé nos mais variados estados e dos mais diferentes partidos, e nem tão pouco fica informado e participa de nossos avanços religiosos.
Cada partido deveria ter um Representante das Religiões de Matrizes Africanas? até porque o Povo do santo não está num partido somente, somos muitos em muitos partidos, é claro que temos aquele que tem um Olhar e trabalhos para o Povo do santo, mas já imaginaram se isto acontece em
todos os Partidos, estes mesmos com suas experiências politicas ajudariam a fundar um unico Partido.
Agora se já tem que ser feito! comecem mas minha contribuição é esta?
carinho e axé
EGBOMY CONCEIÇÃO REIS D’ O’GÚ

SAlVE JORGE

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Abril 23, 2011 at 9:40 am

N°1- 23 de  Abril  ano 2011 – Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO

Saúdo a todos os Georges e Georgias.
JorgeHojé é dia 23 dia do aniversário da morte  de Jorge da Capadócia, que ele ilumine o caminho de todos vcs, dando força e coragem para vencer todos os obstáculos.
Jorge atravéssa séculos, firme e forte, é um dos Santos mais populares do Brasil, nós últimos anos, ganhou músicas em seu louvor,virou nome de grupos de samba de rais, resgatou e ultraja toda e qualquer intolerância religiosa.
Jorge é Jorge da Capadócia.
Salve Jorge!

Deise Benedito deisebenedito45@yahoo.com.br

Projeto Parlamento Jovem

In Conexão Afro, Educação, negritude, Polítca on Abril 22, 2011 at 7:38 pm

N°1- 22 de  Abril  ano 2011 – Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO

PREFEITURA DE CANOAS
COORDENADORIA MUNICIPAL DAS POLÍTICAS DE IGUALDADE RACIAL
CONVITE
   COORDENADORIA MUNICIPAL DAS POLÍTICAS  DE IGUALDADE
RACIAL E COORDENADORIA DA JUVENTUDE e (Projeto Parlamento
Jovem) Vimos por meio deste convidar a Vossa Senhoria a
participar do Grande Expediente que ocorrerá na Câmara de
Vereadores de Canoas.
Dia 27 de Abril de 2011 Quarta-feira ás 14hs.
  End: Rua Ipiranga nº105
  Palestrantre Dr. Jorge Floriano.
  Representante do Ministério Público Estado do Rio Grande do Sul
  Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos
  Discriminação Racial
  Estatuto da Igualdade Racial
Lei 106393 e 116458
  Estatuto da Igualdade Racial
  Quotas Raciais
Atenciosamente.
  MARIA APARECIDA MENDES
                            Coordenadoria Municipal das Políticas de Igualdade Racial

MÃE STELLA

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Abril 22, 2011 at 4:12 pm

N°1- 22 de  Abril  ano 2011 – Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO

O Outono chegou! Engraçado…Vi e ouvi propagandas de Festival de Inverno, Festival de Verão, escolas festejando o Dia da Primavera, mas nenhuma comemoração para a chegada da estação das folhas secas, que se desprendem das árvores e caem na terra – o Outono. Por que será? Perguntei-me. E me dei conta que, perto de completar 86 anos, experimento o outono da vida. Entretanto, não é porque as folhas caem, que os velhos devem se permitir cair também, pois a filosofia yorubana nos ensina: “Ìbè.rè. àgba bi a ánànò ló ri”, que quer dizer, “mesmo quando o velho curva o corpo, ainda continua de pé”.

O religioso tem por obrigação prestar atenção à sucessão das estações, uma vez que elas marcam o ritmo da vida e as etapas do desenvolvimento humano. O Inverno, ligado ao elemento água, refere-se à infância; a Primavera, estação das flores, mostra a fluidez do ar e da juventude; o Verão, a intensidade do sol, símbolo do fogo, demonstra o auge do dinamismo e atuação na vida, características do adulto; o Outono – crepúsculo vespertino – que está ligado ao elemento terra, é a luminosidade do sol e do velho que vai aos poucos se escondendo e se aproximando do horizonte.

Há tempos atrás, não se constituía em problema usar as palavras velhice e velho, pois elas apenas se referiam a uma das etapas do desenvolvimento dos seres vivos. Atualmente, isso é “politicamente incorreto”. É como se fosse uma desvalorização dessa etapa de vida, chegando ao ponto de se tornar um adjetivo pejorativo. Resolveram adotar a expressão “melhor idade”.

Entretanto, será que existe alguma idade que seja melhor que a outra? Na infância, temos a alegria da criança, acompanhada, no entanto, de uma fragilidade, que deixa os adultos em constante atenção. Na adolescência, o caráter espontâneo não deixa de vir acompanhado de uma coragem inconsequente. Na maturidade, se é dono da própria vida e se carrega, no entanto, o peso da responsabilidade. Na velhice, a tranqüilidade decorrente do acúmulo das experiências vividas é gratificante, energia física, porém, não é mais a mesma – falta “pique”. Percebe-se, assim, que em todas as fases sempre existe uma lacuna. É como diz um dos ditados que os velhos gostam de usar, a fim de passar sua sabedoria para os mais novos: “Na mocidade temos vitalidade e tempo, mas não temos autonomia nemdinheiro; na fase adulta, temos vitalidade e autonomia, mas não temos tempo; na velhice, temos tempo e dinheiro, mas não temos vitalidade.

O candomblé é considerado uma religião primitiva. Geralmente, isso é dito com um sentido de desvalorização. Contudo, uma religião é tida como primitiva por ser de origem primeira, original, vinda desde os primeiros tempos. Na referida religião, como em muitas outras de procedência oriental, e nas tribos indígenas, o velho é muito valorizado, ele é considerado um sábio, tendo uma condição de destaque e respeito.

Na cultura yorubana, o velho é um herói, pois conseguiu vencer a morte, que nos procura e ronda todos os dias. Ele tem sempre a última palavra, a qual não deve ser contestada. Tanto que é comum em África, a pessoa que ainda não completou 42 anos se manter calada durante as assembléias comunitárias, a fim de exercitarem a importante arte de ouvir. No candomblé, tentamos seguir a tradição que herdamos e ensinamos aos iniciantes essa difícil arte. Mesmo que o iniciante se ache com razão, ele tem o dever de ouvir o mais velho de cabeça baixa e pedir a benção, por respeito. Todavia, não lhe é negado o direito, de em momento outro, justificar-se.

Não está fácil manter a tradição hierárquica de respeito ao mais velho: enquanto para o candomblé “antiguidade é posto”, fora dos nossos muros, os mais novos, que vivem em uma sociedade imediatista, não querem ou não conseguem encontrar tempo para ouvir experiências que um dia terão que enfrentar. Até porque os pertencentes à classe da “melhor idade”, não se disponibilizam mais a assumir o papel de transmissores de conhecimento, pois esta característica deixou de ser valorizada na sociedade atual.

Não quero dizer com isso que o idoso deve recolher-se, deixando de aproveitar a vida, já que quando jovem aprendi com minha Iyalorixá que “a vida é boa e gozá-la convém”. Para o bem da sociedade, o povo yorubá diz: “ola baba ni imú yan gbendeke”, mostrando que “é a honra do pai que permite ao filho caminhar com orgulho”. E eu digo: Todo pai é um mestre e todo filho é um discípulo!

Maria Stella de Azevedo Santos é Iyalorixá do Ilê Axé Opô Afonjá

Fonte: Lista Racial

TV BRASIL DECIDE RETIRAR PROGRAMAS RELIGIOSOS

In Conexão Afro, negritude, Polítca on Abril 21, 2011 at 8:22 pm

N°1- 21 de  Abril  ano 2011 -Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO

 

A EBC (Empresa Brasileira de Comunicação), administradora da TV Brasil, após decisão do seu conselho curador decidiu retirar da sua grade os programas religiosos, ou seja, uma missa católica e um programa evangélico. O conselho entendeu, motivado por freqüentes denúncias em sua ouvidoria, que os mesmos deveriam ser excluídos por não contemplar a diversidade religiosa presente no país.

Com essa ação, observa-se que o comportamento do brasileiro está mudando, principalmente quando se fala de canal publico de televisão. É muito importante entender que isso tem um efeito em outros religiosos, que não são evangélicos ou católicos, que se sentiram incomodados pela a falta de espaço ofertado ás suas tradições religiosas em canal publico de TV.

O conselho curador da EBC decidiu que deverá manter a apresentação dos programas exibidos atualmente por mais 6 meses e depois desse tempo, construir uma grade de programação plural para dar conta da diversidade religiosa existente no país.

Devemos nos manter atentos, pois diversas religiões têm muito a dizer e, porque não usar do espaço público de televisão, já que é um direito? Pagamos impostos para que ele exista, são concessões públicas negociadas pelas bancadas sobre tudo evangélicas e católicas presentes no Congresso e Senado.

O Tô Legal! Vem chamando a atenção para que comecemos a adotar uma postura de participação democrática. Nossa religiosidade está presente na formação social desse país, mas deve ocupar um espaço de maior respeitoe credibilidade na esfera pública. Precisamos chegar ao entendimento de que não é possível mais dar oportunidade em um canal público de TV, apenas para dois segmentos religiosos e negar voz aos umbandistas, candomblecistas, judeus e tantos outros que compõe a pluralidade religiosa brasileira.

É, sem dúvida, um avanço no comportamento da sociedade estas denúncias. Precisamos usar mais as ouvidorias para mudar este país. O debate sobre a intolerância religiosa vem ganhando uma proporção maior no seio da sociedade brasileira, ao ponto de hoje já estar dando eco e impacto nesse canal de televisão. Acreditamos que em breve esse impacto também chegará às emissora privadas, com isso não será mais possível negociar apenas através das bancadas políticas, programas que exibirão com exclusividade uma ou duas tradições religiosa. Esse espaço será divido com as demais religiões, pois temos certeza que existem muitos pais e mães de santo que querem falar em rede públicae contribuir com nossos conhecimentos, com nossa tradição para enriquecer, ainda mais, a formação do povo brasileiro. 

Parabéns ao conselho curador da EBC (TV Brasil) por esta decisão! Estamos de olho!!!

por Flávia Pinto

Divulgando eventos importantes de OGUM

In ROUXINOL: Coluna de Egbomi Concceição Reis de Ogum on Abril 20, 2011 at 7:24 pm

N°1- 20 de Abril  ano 2011 -Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFROEbony-300x202

Festa de Ogum

Expectativa de vida de negros é 6 anos menor que de brancos

In Conexão Afro, negritude, Saúde da População Negra on Abril 20, 2011 at 4:25 pm


N°1- 20 de Abril  ano 2011 -Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO

Fonte : CIRILO JUNIOR
DO RIO

A esperança de vida da população negra segue inferior à da população branca, segundo o Relatório Anual das Desigualdades Sociais, lançado nesta terça-feira no Rio.

Negros são mais atingidos por abandono e repetência escolar
Homicídios ficam estáveis no país, mas crescem entre negros

Entre a população preta e parda, a expectativa de vida, em 2008, era de 67,03 anos. Entre a parcela de cor branca, a perspectiva era de 73,13 anos.

Na média de toda a população brasileira, a esperança de vida era de 70,94 anos.

Entre os homens pretos e pardos, o indicador não passou de 66,74 anos. No contingente masculino da população branca, a expectativa alcançou 72,39 anos.

No estudo com as mulheres as mulheres, a esperança de vida entre pretas e pardas foi de 70,94 anos, abaixo dos 74,57 anos estimados para a parcela feminina da população branca.

O levantamento inédito foi feito pelo Nepo (Núcleo de Estudos de População) da Unicamp, e está incluído no relatório desenvolvido pela UFRJ.

__________________________________________________

CFEMEA – Centro Feminista de Estudos e Assessoria
SCS, Quadra 2, Bloco C, Ed. Goiás, Sala 602
70317-900 – Brasília, DF, Brasil
Telefax: 55 + (61) 3224-1791
E-mail:
cfemea@cfemea.org.br – Website: www.cfemea.org.br

Reunião da Comissão de Pesquisa Socioeconômica e Cultural das Comunidades Tradicionais de Terreiros

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Abril 19, 2011 at 7:57 pm

N°1- 19 de Abril  ano 2011 -Guaíba- RS –Brasil
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Prezados(as) Srs(a)

A Pesquisa Socioeconômica e Cultural da Comunidades Tradicionais de Terreiros finalizou a coleta de dados em agosto de 2010. Na ocasião do encerramento da pesquisa manifestamos nossa posição de mantermos a comissão para seguir o acompanhamento da divulgação dos resultados bem como acompanhar a implementação de políticas públicas para a comunidade afro-religiosa do Rio Grande do Sul. Sendo assim convidamos os senhores(as) para reunião de articulação no dia 20 de Abril de 2011 as 9:30h na Sala José Lewgoy no Solar dos Câmaras na Assembleia Legislativa do Estado do RS.

REUNIÃO: 20/04/2011 – QUARTA FEIRA

HORA: 9h:30min

LOCAL: Sala José Lewgoy – Solar dos Câmaras na Assembleia Legislativa do Estado do RS

SUGESTÃO DE PAUTA:

  1. Participação da comissão na pré-conferência de Segurança Alimentar
  2. Editais de financiamento em aberto
  3. Pensar propostas de regimento conforme sugerido na reunião realizada em 16/02/11.

Contamos com sua presença.

Mapeando o Axé

Comissão da Pesquisa Socioeconômicas e cultural das Comunidades Tradicionais de Terreiros

Secretário da Cultura recebe movimento negro

In Comunidade Tradicional de Terreiros, Conexão Afro, negritude on Abril 19, 2011 at 7:22 pm

N°1- 19   de abrll   ano 2011 -Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO

Cultura

 

Rio Grande do Sul – A  Secretário de Estado da  Cultura, Luiz Antonio de Assis Brasil, recebe amanhã (20) a visita de membros dos movimentos Negro e Religioso para ouvir as reinvindicações, demandas   e  debaterem propostas  para integrar a conferência Cultura para o Rio Grande Crescer.

O racismo, como uma sociedade anônima, não permite a afirmação dos diferentes.

In Conexão Afro, negritude on Abril 19, 2011 at 6:56 pm

N°1- 19  de abrll   ano 2011 -Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO

Arísia Barros

http://www.cadaminuto.com.br/blog/raizes-da-africa

Piracicaba é um município no interior do estado de São Paulo surgida em 1º de Agosto de 1767, a partir da cultura da terra e dos engenhos de cana-de-açúcar.

Localizada em uma das regiões mais industrializadas e produtivas de todo do estado, em tupi-guarani Piracicaba que dizer o lugar onde o peixe para.

É um importante pólo regional de desenvolvimento industrial e agrícola, em franco desenvolvimento do estado de São Paulo.

O tradicional Colégio Piracicabano foi pensado pela norte-americana Martha Watts e traz em sua história os valores tradicionais do ensino exclusivo. O Colégio deu origem a Universidade Metodista de Piracicaba que hoje conta com cerca de dez mil aluno@s, todos na sua maioria branca.

João Manoel dos Santos, ex-sindicalista, traz na pele a descendência africana em um território em que o racismo é um valor cultuado pelo androcentrismo do Estado.

João Manoel é o único parlamentar negro nos espaços de poder da Câmara de Vereadores, em Piracicaba, São Paulo. Com seis mandatos, como vereador é a terceira vez assume a presidência da Casa Legislativa.

O presidente, ex-sindicalista, representa na Câmara de Vereadores de Piracicaba o desdobramento das ondas de avanços e refluxos que marcam a questão da ocupação dos espaços de poder dos afrodescendentes nas terras de Cabral.

O primeiro presidente negro da Câmara de Vereadores de Piracicaba foi o advogado Antonio Messias Galdino, em 2006.

O Projeto Raízes de Áfricas, representação do movimento social negro alagoano, em audiência concedida pelo presidente João Manoel e ocorrida no gabinete da presidência, dia 12 de abril, conheceu diversos programas e projetos propostos pelo vereador-presidente, que visam trazer cidadania para a população piracicabana, acrescendo aspectos estratégicos e diferenciais que contemplam a população negra local.

Parceiro do II Ciclo Nacional de Conversas Negras: Agosto Negro ou o Que a História Oficial Ainda Não Conta, que acontecerá no período de 25 a 27 de agosto, no Salão Nobre da Câmara de Vereadores em Piracicaba, o ex-sindicalista, afirma a necessidade de cultivar os espaços conquistados pela ampla maioria minorizada, dentre ela, a população de pele preta, e do enorme interesse, como cidadão e parlamentar, para criação de espaços de discussão, que envolvam esforços

concentrados da sociedade piracicabana para mudança dos paradigmas.

O II Ciclo Nacional de Conversas Negras: “Agosto Negro ou o Que a História Oficial Ainda Não Conta” é uma idealização do Projeto Raízes de Áfricas e surge como prosseguimento da ação iniciada em Maceió/AL, em agosto de 2010.

Alagoas é o penúltimo estado brasileiro em área territorial. Sergipe é o último. Por ser rodeado de águas o estado recebeu de seus colonizadores o nome de região de Alagoas.

O domínio pela terra e a cultura dos engenhos marcam os cinco séculos da história do estado.

Alagoas é a terra negra do invisível Quilombo dos Palmares, de onde ecoou um dos primeiros gritos de liberdade do Brasil.

Os 23 anos de João Henrique Caldas são marcados pelas histórias ouvidas na infância sobre Zumbi, o Quilombo, a República Palmarina num misto de contos-de-fadas recheado de heróis negros, indígenas, brancos e etc e coisa e tal.

Diferenciada de tantas e muitas crianças, João que cresceu em um meio exclusivo, longe das mazelas da pobreza, via em Zumbi um herói como afirmação de uma identidade nacional.

A sociedade do qual o menino João fazia parte percebia o negro como história anônima. João mesmo em terras distantes recusava a versão da história plantada em seu entorno. Não concebia o negro como o inimigo-estrangeiro.

O menino cresceu, foi estudar na Austrália e descobriu as estratégias inteligentes, o modo de fazer e pensar a história no país australiano, os muitos rituais, danças e cerimônias aborígenas cultuadas como tradições ancestrais.

Turistas do mundo todo visitam anualmente pontos turísticos e culturais da Austrália. É um dos países que se destacam pela excelência, no turismo internacional.

A competência de transformar a história australiana em destinos turísticos motivou João Henrique a compreender o imperativo do apartheid turístico nas terras de Zumbi e a perceber as possibilidades de transformar a primeira República negra do Brasil,o Quilombo dos Palmares,na Serra da Barriga, em um grande destino turístico, cultural e econômico.

A Serra da Barriga abriga hoje o Parque Memorial Quilombo dos Palmares que é o primeiro complexo arquitetônico de inspiração africana de todas as Américas e o único parque temático cultural afro-brasileiro do continente americano.
Durante a visita ao Brasil de Barack Obama, João, agora deputado estadual no parlamento alagoano, propôs o estabelecimento de pontes políticas entre a República Palmarina e o primeiro presidente negro democrata dos Estados Unidos. Riram na cara dele!

O racismo, como uma sociedade anônima, não permite a afirmação dos diferentes.

A convite de João Henrique Caldas fomos revisitar a Serra da Barriga com o olhar plural das muitas formas e possibilidades de resgatar espaços que a partir das insuficiências e da indiferença sócio-política, podem ser carcomidas pela pausterização da cultura eurocêntrica.

Mesmo com a historicidade e ancestralidade das lutas pela liberdade e equidade humanas, o panteão da história negra brasileira, em Alagoas vive às moscas e às galinhas que despreocupadamente ciscam por ali.

O senhor João Manoel, o parlamentar negro, presidente pela terceira vez da Câmara de Vereadores de Piracicaba em São Paulo e o jovem João Henrique Caldas, em seu primeiro mandato como deputado estadual, em Alagoas, mesmo, que geograficamente distantes são porta-vozes de que é preciso interpelar o silêncio social e instigar positivamente outros caminhos da liberdade…

Foi graças à parceria de João Henrique Caldas que estivemos em audiência com o presidente João Manoel concretizando bases estruturais para a realização do II Ciclo Nacional de Conversas Negras, em agosto.

O grande desafio da caminhada étnica é o estabelecimento de incentivos sistemáticos e estruturais que anunciem o confronto com o meu, o seu, o nosso racismo brasileiro.

Penso que o parlamento é o caminho…

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REUNIÃO DA EXECUTIVA NACIONAL DO CONNEB

In ROUXINOL: Coluna de Egbomi Concceição Reis de Ogum on Abril 19, 2011 at 6:56 pm

N°1- 19  de abrll   ano 2011 -Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO

Assunto: REUNIÃO DA Ebony-300x202EXECUTIVA NACIONAL DO CONNEB – 30/4/11.
Enviada: 18/04/2011 13:24
CONFIRMO REUNIÃO DA EXECUTIVA NACIONAL DO CONNEB NO PRÓXIMO 30/04 ( SÁBADO)  NA SEDE DO SINDSPREV,  Á RUA JOAQUIM SILVA 98 – LAPA – RJ, NO HORÁRIO DE 9HS ÁS 17HS. INFORMAMOS  AS DESPESAS DE TRANSPORTE , HOSPEDAGEM E ALIMENTAÇÃO SERÃO POR CONTA DOS REPRESENTANTES.
FAVOR CONFIRMAR PRESENÇA.

Grata ,
Ruth
CAD – centro de Apoio ao Desenvolvimento
Escritório Operativo Nacional do CONNEB
"Construindo o Projeto Político do Povo Negro Para o Brasil".
Visite: www.conneb.org.br
Email: connebnacional@gmail.com
Tel: 2533-1171.

Seppir lança campanha com o slogan "Igualdade Racial é pra Valer"

In Conexão Afro, negritude, Polítca on Abril 19, 2011 at 3:56 pm

N°1- 19 de abrll   ano 2011 -Guaíba- RS –Brasil
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Crédito: Divulgação

Seppir lança campanha com o slogan

A Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade (Seppir), da Presidência da República, completou oito anos de funcionamento e convocou toda a população brasileira para o combate ao racismo, lançando a campanha “Igualdade Racial é pra Valer”. A iniciativa é motivada pelo Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes, instituído em 2011 pela Organização das Nações Unidas (ONU).
A Coordenadora de Políticas para a Promoção da Igualdade Racial de Mato Grosso do Sul (Cppir/MS), Raimunda Luzia de Brito (foto), que participou na segunda-feira (21) da solenidade comemorativa aos oito anos de criação do órgão nacional, disse que a ministra de Estado chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Helena de Bairro, insistiu muito na necessidade de que os estados criem coordenadorias. “As coordenadorias devem ser criadas com condições de trabalhos para desenvolver ações”, alertou Raimunda. Segundo ela, a Seppir nacional irá fazer um monitoramento para mostrar onde há projetos que podem ser acessados pelos órgãos estaduais. “Eles vão insistir para que as coordenadorias tenham melhores estruturas para que possam trabalhar. Ela (ministra) gostaria que todos os estados tivessem uma Secretaria. Mas isso é privativo de cada estado e município”, disse a coordenadora estadual.

Igualdade Racial
“Promover a igualdade racial não é responsabilidade só do movimento negro ou do estado brasileiro, mas de todos. A responsabilidade é coletiva, todos devem sentir-se motivados a realizar ações, por menores que sejam, em prol do país que queremos, um Brasil sem pobreza e sem discriminação”. Foi o que declarou a ministra da Seppir, Luiza Bairros, durante seu discurso, para um público de mais de 300 pessoas, entre parlamentares, parceiros e representantes do movimento negro. De acordo com a ministra, é importante a população não negra perceber que a melhoria da qualidade de vida dos negros representa melhoria para todos. “Nesse processo em que o Brasil passa a ser a quinta economia do mundo, o negro não pode ficar para trás”, destacou

Desfile/Mostra de penteados con tranças Nagô.

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Abril 18, 2011 at 9:17 pm

N°1- 18  de abrll   ano 2011 -Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO

 

Neste sábado, dia 16 de abril, as 10h, haverá mostra dos resultados da "Oficina de Introdução a tranças Nagô", ministrado pela trançadeira Nazaré Cruz, a Nazinha do Mocambo.
Os diversos tipos de penteados afro-brasileiros aprendidos serão apresentados para o público, que também poderá usufruir de trançados feitos na hora.

O desfile acontecerá no Instituto Nangetu, Tv. Pirajá n. 1194 – Belém.PA.

Postado por Etétuba às 05:04

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