Revista Online Conexao Afro

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Reunião da Marta Suplicy com o Movimento Social da Cultura

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Setembro 22, 2012 at 11:47 pm

N°o1 22 de setembro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Prezados,

Como anunciado, estive ontem na reunião da ministra Marta Suplicy com o chamado Movimento Social da Cultura e gostaria de compartilhar com vocês algumas impressões, focando mais nos nossos temas das culturas populares e tradicionais:

1. A Ministra demonstra uma vontade nítida de se apropriar o mais rapidamente possível da estrutura e dos conceitos do setor, que compreende pouco, por não ser da área, mas que compreenderá com plenitude, em breve, devido à sua grande sabedoria e capacidade de trabalho, além de sua articulação política. Esta vontade de saber amenizou até mesmo traços conhecidos de sua personalidade, como a arrogância. Ela está lá, no entanto, escondida, e pode se manifestar no futuro, quando as coisas não forem tão novidade, quando ela começar a tomar decisões e quando faltar dinheiro para toda aquela massa de propostas da moçada criativa e digital que dominou e conduziu a reunião;

2. A Ministra saca muito rapidamente as conexões da área com os demais setores da gestão pública. Isso ficou muito bem expresso quando ela fazia comentários sobre a violência, os direitos humanos, as rádios, a saúde, a questão da mulher, etc. Podemos ter, pela primeira vez, alguém que consiga, de fato, culturalizar as demais políticas públicas. O Ministério, ou melhor, a questão da cultura, é sistematicamente alijada dos processos de decisão dos programas de governo. No Brasil sem Miséria, por exemplo, a palavra cultura não aparece nenhuma vez. Isso pode ser uma revolução em termos de penetração das pautas da cultura em outros setores transversais, modificando em muito o status da questão no governo e, consequentemente, abrindo espaços e trazendo recursos novos para complementar nossos parcos orçamentos;

3. As falas de Mestra Dôci, de Chico Simões, de GOG e do rapper Linha Dura, foram, com certeza, as que mais excitaram a Ministra. Até essas falas citadas, ela só ouviu. Depois, se animou e começou a intervir a todo momento. A qualidade dessas intervenções em comparação com a da moça ex-Petrobras, do pessoal da mídia livre, dentre outros, pensando no poder que a oralidade possui, é muito grande. No entanto, senti o mesmo de sempre: “Isso é tão importante, é tão emocionante, é tão vital, tão profundo, é ancestral, é isso e aquilo…”, mas o pulo do gato nós nuca damos, que é fazer disso, de fato, prioridade. Quero ver a Marta descer do salto e ir lá no Xingu receber a Carta que a Ana deixou. Quero ver se ela vai trocar uma audiência com a Fernanda Montenegro por uma reunião com os ciganos. Quero ver quanto dinheiro vai para a Bienal e quanto vai pro Prêmio de Culturas Populares. Quero ver ela peitando o jurídico e mandando os caras acharem uma solução pros problemas de prestação de contas dos pontos de cultura indígena ao invés de criminalizá-los. Quero ver se ela vai tentar cumprir mesmo o Plano Nacional e implantar o Sistema ou vai pensar que o mais importante é a presença da Cultura na Copa do Mundo. Quero ver se ela vai botar o prestígio dela no Congresso a serviço da Lei dos Mestres e da Lei Cultura Viva tanto quanto da Lei de Direitos Autorais ou das leis de comunicação e TV à Cabo. Quero ver coisas assim. Aí eu vou começar a saber se somos, pra ela, tão maravilhosos assim;

4. Vi que a Secretária Márcia Rollemberg causou muito boa impressão na Ministra e esteve, com quase toda sua equipe, presente ao encontro. A equipe da Economia Criativa estava em grande número, também, embora a Secretária Cláudia não estivesse. As duas foram as únicas citadas nas falas da Ministra. Um ou outro da Secretaria de Políticas Culturais foi. Por outro lado, nenhum secretário do PT foi ao encontro. Será que o pessoal do meu partido estava ocupado demais para ir até lá ou, sintomaticamente, estavam fugindo do enfrentamento da responsabilidade de encarar o pessoal da oposição, após terem bancado por tanto tempo a nossa companheira Ana de Hollanda?;

5. A Ministra sabe que sua gestão é curta, então, está buscando algumas ações que podem ser priorizadas e que possam imprimir a sua marca em pouco tempo. Apesar da massacrante reincidência com que a ideia dos pontos de cultura aparecia nos discursos e, até mesmo, nas respostas da Ministra, uma pulga ficou atrás da minha orelha quando ela “repreendeu” o Santini, após ter sido lembrada por ele da meta de 15 mil pontos de cultura prevista no PNC, de que isso é um “delírio” (essas aspas foram para marcar a palavra que ela usou);

6. A ideia da diversidade cultural, que apareceu com força no discurso de posse, ontem, sumiu novamente por completo. E ninguém mais, nenhuma voz, defende as conquistas construídas na gestão da SID e o seu legado. Lamento ter imaginado um dia que a fusão da SID com a SCC criaria uma sinergia entre as duas pastas, sendo que esta segunda, por ser maior e mais rica, pudesse apoiar e abrigar as excelentes experiências construídas na diversidade. Acabou tudo! Parece que nada daquilo existiu. Ninguém dos Movimentos Sociais da Cultura (daquela época), que integramos à duras penas (LGBT, Crianças, Loucos, Pessoas com Deficiência, Culturas Populares, etc., etc., etc) estava lá representado no Movimento Social Hacker da Cultura. Só alguns poucos, que foram atendidos pelo Programa Cultura Viva, ainda têm voz. Do mesmo modo não falam mais ao governo os atendidos pela política do Patrimônio Imaterial, os quilombolas da Palmares, os artesão do Promoart, os mestres das culturas populares e povos e comunidades tradicionais da SID. Só tem voz os destes grupos que foram ungidos pelo Cultura Viva de alguma forma (pontões de bens registrados, a Rede Mocambos, os Griôs e o pessoal de religião afro que é da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura). Esses são devidamente reconhecidos e integrados ao movimento político mais vigoroso representado ontem naquela reunião. Todos os outros, ou não atingiram a maturidade política suficiente ou caíram no esquecimento dos seus problemas cotidianos. Não receberam e não recebem, destes que estão articulados, hoje, a solidariedade na construção da luta por um MinC melhor. A volta aos anos do governo Lula, da gestão Gil/Juca, tão defendida por eles, no quesito diversidade, só pode se dar pela via do Cultura Viva. Tudo o mais é morto. Ainda bem que os fundamentos do Programa Cultura Viva têm todos os elementos que precisamos para reconstruir as coisas de novo. É por essa via que devemos caminhar, então. Essa é a brecha.

Enfim, quis compartilhar algumas impressões, apesar de saber que posso estar errado em todas. Confesso que estava muito mexido e emocionado com toda aquela movimentação, novamente (a gente se desacostuma do bem que a democracia faz quando vive períodos de exceção). Me desculpem os equívocos e alguma má palavra. Fiz isso para que outros que também estiveram lá ou que assistiram pela internet possam se animar e fazer algum relato. Assim a gente vai conversa nessa roda virtual.

Abraço,

Marcelo Manzatti
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ESCAMBAU—Feira de Trocas!

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Setembro 21, 2012 at 11:20 pm

s em Agosto 31, 2012 às 11:56 pm

N°o1 21 de setembro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO


 


Local: Praça da QE 28, Guará II

Data: 29 de setembro de 2012

Horário: das 14h às 18h

Brasília-DF
A feira é uma forma de dar outro destino aos produtos que não são mais
necessários para você, mas que podem ter muito valor para outras pessoas, permitindo a reciclagem socioambientalcultural.
Não são permitidas a compra e a venda de produtos.
Aceitamos doações. Os artigos doados irão para instituições beneficentes do DF e entorno.

Contato: feiraescambau@gmail.com.


Acompanhe o evento no Facebook!

https://www.facebook.com/events/282109905223377/

Apoio:
Centro Cultural Raizes e Casa da Cultura do Guará
Realização:
Trilha Mundos – Projetos Socioambientais
www.trilhamundos.com.br

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NOTA PÚBLICA Associação dos Remanescentes de Quilombo Rio dos Macacos

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Setembro 20, 2012 at 12:03 am

   

N°o1 20 de setembro – RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

A Associação Dos Remanescentes de Quilombo Rio dos Macacos vem informar aos seus associados, amigos e parceiros o andamento das lutas da comunidade pela afirmação do seu território, pela manutenção do seu modo de viver e produzir na terra, onde seus membros nasceram e querem continuar a viver.

No mês de agosto, uma Comissão de moradores de Rio dos Macacos e movimentos sociais que apoiam a nossa luta aqui na Bahia (AATR – Associação de Advogados de Trabalhadores Rurais no Estado da Bahia, CPP – Conselho Pastoral da Pesca, MPP- Movimento de Pescadores e Pescadoras, CDCN – Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra e outros) esteve presente na primeira reunião em Brasília, em 31/07/2012, sob a coordenação da AGU – Advocacia Geral da União. Estavam ainda presentes os Ministérios da Defesa, SEPPIR, Fundação Cultural Palmares, INCRA/MDA, entre outros órgãos da administração pública federal, diretamente implicados no conflito que envolve a Comunidade Quilombola Rio dos Macacos e a Marinha do Brasil, a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal e organizações sociais em defesa dos povos quilombolas, como a CONAQ.

Nesta primeira rodada a Comunidade exigiu a publicação imediata do RTID (Relatório Técnico de Identificação e Demarcação), centro das tensões entre governo e comunidade, tendo em vista que o Relatório foi enviado a Brasília sem obedecer às prerrogativas legais que devem ocorrer com documento desta natureza.

Inicialmente, o governo teve como postura exigir que primeiro a comunidade aceitasse negociar a redução do seu território para que houvesse publicação do RTID. A comunidade e os movimentos e entidades de apoio presentes não aceitaram a proposta imposta pelo governo, afinal a publicação do RTID é parte do processo de reconhecimento do território quilombola previsto na Instrução Normativa Nº57 do INCRA e não pode ser tratado como moeda de troca para negociação do território reivindicado.

A segunda reunião ocorreu em 30/08/2012, com a presença, além dos órgãos e Ministérios já citados, de representações da Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República, e ausente a assessoria do Ministério da Defesa. Nesta segunda rodada foi apresentada uma proposta, de acordo com a representação da Presidência da República, elaborada pela Marinha do Brasil. Nela, ao invés dos 301 hectares reivindicados no relatório técnico do INCRA, a Marinha propõe que a comunidade seja realocada para uma área de 23 ha, correspondendo a 0,3 ha por família (30x30m). A comunidade se manifestou, diante da proposta, alegando que o mínimo para que uma família possa sobreviver com dignidade no município do Simões Filho, segundo normas do próprio governo, é de 07 ha.

Após uma série de manifestações do Governo, da representação da nossa comunidade, movimentos e assessorias, ficaram definidos em Ata os seguintes encaminhamentos:

a) AGU apresentará no dia 31/08/2012 apelação da sentença que mantém a decisão de expulsar a comunidade; afirmará que se trata de uma comunidade quilombola, pedindo a suspensão dos efeitos da sentença para que não haja o despejo da comunidade. O presente encaminhamento já foi cumprido pela AGU, estando em fase de apreciação pelo Poder Judiciário.

b) Os representantes da comunidade encaminharão por escrito os pedidos de esclarecimento sobre a viabilidade técnica da proposta da Marinha, além do uso que a mesma pretenderia fazer do restante do território. O Governo responderá no prazo de 15 dias.

c) As reivindicações emergenciais da comunidade serão encaminhadas à Secretaria Geral da Presidência, e dizem respeito à realização de obras de infraestrutura, como a reforma das casas e construção de passagem alternativa à entrada pela guarita da Vila Militar.

d) As denúncias de violações de direitos humanos serão encaminhadas à AGU e à SDH, que estudarão com a brevidade necessária as providências a serem tomadas fora do âmbito da justiça militar.

A expectativa é que nos próximos 30 dias seja realizada nova reunião em Brasília, para avaliar o andamento dos encaminhamentos apresentados acima.

A associação entende que o apoio até então recebido dos mais diversos movimentos, entidades e pessoas que se manifestaram contra o despejo do nosso território tradicional, tem sido fundamental para garantir a continuidade da nossa luta. Neste sentido, fazemos circular esta nota com o objetivo de manter o chamado para que as organizações e movimentos se mantenham em estado de alerta contra as tentativas de expulsão de nossa comunidade do território, ou de qualquer tentativa de redução dos direitos conquistados pelas comunidades quilombolas do Brasil, garantidos pela Constituição Federal de 1988.

Simões Filho, setembro de 2012


Car@s membr@s da Renap,
As solicitações de novos membros, devem ser enviadas paragianealvares@gmail.com.
Abs,
Giane

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Porque a Juventude Negra mudou “a cara” do vestibular da UFBA, por George Oliveira

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Setembro 19, 2012 at 12:23 am

N°o1  19 de setembro – RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

Ingressar numa universidade pública e gratuita é sonho de muitos jovens e adultos. A maioria deles enfrenta empecilhos ocasionados pela baixa autoestima, por acreditarem que não são capazes de conquistar uma das vagas, e por temerem dificuldades financeiras de permanência durante o curso. Seja para custear transporte, material didático ou por acreditarem que não será possível conciliar estudo e trabalho.

Outro motivo tão corriqueiro entre os estudantes negros e oriundos de escolas públicas é a falta de recurso para custeio das taxas de inscrição nos vestibulares. O não pagamento dessa taxa faz com que uma parcela considerável de estudantes, se quer, tenha oportunidade de concorrer às vagas nas universidades públicas.

A Universidade Federal da Bahia – UFBA foi palco de reivindicações acerca da possibilidade de isentar a taxa de inscrição no vestibular de alguns candidatos de escolas públicas. O ápice dessa mobilização se deu em agosto de 2001, quando um grupo de estudantes oriundos do Instituto Steve Biko e de outros Quilombos Educacionais resolveu solicitar que a universidade concedesse a isenção da taxa de inscrição para estudantes oriundos de escolas públicas.

Após organização de uma passeata, divulgação na mídia e entrega de documento à reitoria obtivera “não”, como resposta. Além disso, a inesquecível declaração do pró-reitor de que: “Quem não tem 75,00 para pagar a inscrição não terá R$ 75,00 para comprar um livro”. A alternativa encontrada, quando esgotada essa via de negociação, foi procurar o Ministério Público que sugeriu ao reitor, em 16 de agosto de 2001, a isenção da taxa de inscrição dos estudantes. O critério para concessão seria a dificuldade financeira em arcar com o valor da inscrição para realização do vestibular.

Desde 2001, ano em que foi obrigada a isentar 5% dos candidatos (em relação ao vestibular do ano anterior), a UFBA contemplou mais de 30 mil isenções e contribuiu para acesso ao ensino superior, a jovens e adultos, pertencentes a famílias com baixa renda per capita. Essa é uma conquista do movimento negro, e, em especial, da juventude negra que foi às ruas e lutou por uma ação afirmativa que beneficiaria outros jovens de todo Estado.

Nesses dez vestibulares, podemos destacar o caso de uma estudante do pré-vestibular Steve Biko. Sheila Regina, uma jovem negra, moradora de Paripe, participou do movimento pela isenção e teve seu nome selecionado entre os contemplados com o benefício. Pela segunda vez prestava vestibular e foi aprovada para curso de estatística.

O objetivo aqui não é o de detalhar sua trajetória de vida nem histórico acadêmico, em vista disso vale ressaltar que essa graduada em estatística, no final do curso participou do Prêmio Jovem Cientista, 2008 e foi vencedora da categoria máxima. Uma vitória de todos nós, como ela mesma declarou em entrevistas. A nossa Mestre em Estatística pela UNICAMP muito nos orgulha.

Derrubamos a primeira barreira (financeira) do vestibular. Durante muito tempo: “Quem não tinha R$ 75,00 reais não concorria ao vestibular da UFBA”.  A Juventude Negra dos Quilombos Educacionais teve uma importante contribuição para essa mudança. A UFBA tornou-se um sonho possível! Êa Juventude Negra!

—————–

George Oliveira

Militante do Movimento Negro

Mestrando do CIAGS/UFBA

grbo2003@yahoo.com.br

@grbo26


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Parabéns ao Ilê Ayê

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Setembro 8, 2012 at 4:10 pm

N°o1- 18 de agosto – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

PARABÉNS AO IYÊ DE SALVADOR POR TER DIVULGADO OS MEUS TEXTOS NOS TAMBORES DA LIBERDADE E TER APOIADO EFETIVAMENTE O PROJETO AGOSTO PARA IGUALDADE RACIAL DBÉNS AO OLODUM POR TER ME APOIADO NA REALIZAÇÃO DO PROJETO AGOSTO PARA IGUALDADE RACIAL. ESSES GESAN AFRICANISTA A MINHA LUTA CONTRA O RACISMO MOSTRA O RESPEITO QUE ESSAS  DUAS GRANDIOSAS INSTITUIÇÕES DE RESISTÊNCIA NEGRA TEM  PARA COM OS PROJETOS E AÇÕES DE VALORIZAÇAO DA RAÇA NEGRA EM CAMPINA GRANDE-PB.
SALVE O ILÊ DO CURUZU! SALVE O AFRO OLODUM DO PELÔ!


http://www.irdeb.ba.gov.br/tamboresdaliberdade/?p=1339

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Gente chegaram os Banners da Campanha Carmen da Psicologia 13088 PT- Guaiba

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Setembro 4, 2012 at 8:50 am

Outubro 4, 2012 às 8:37 am

N°o1 04 de outubro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFROP9090453

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