Revista Online Conexao Afro

Está circulando uma petição para liberar as baianas de acarajé no estádio de Salvador durante a Copa!

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Novembro 1, 2012 at 12:54 am

Em Comunidade Tradicional de Terreiros em Novembro 2, 2012 às 9:18 pm

N°o1 01 de novembro – Guaíba- RS –Brasil

REVISTA CONEXÃO AFRO

O Mestrado em Relações Etnicorraciais do CEFET/RJ convida para a Palestra:“O ‘direito’ de se expressar a partir da periferia do poder e do privilégio autorizados não depende da persistência da tradição; ele é alimentado pelo poder da tradição de se reinscrever através das condições de contingência e contraditoriedade que presidem sobre as vidas dos que estão ‘na minoria’[…]", (Bhabha, 2008 p:21).

Jokotoyé Awolade Bankole, 55 anos, é o oluwo chefe do Egbé Adifalá, da cidade de Ogbomoso (Sul da Nigéria). Foi ele que, aos cinco anos, levou o etnólogo Pierre Verger para a floresta e desvendou-lhe as funções das folhas no ritual africano. Deste contato, nasceu o livro "Ewe", que se tornou um dos mais respeitados no Brasil sobre o uso ritual das ervas sagradas. Trata-se de um personagem-testemunha de muitas histórias da História que envolve os mitos e ritos afro-brasileiros, em suas dimensões políticas e religiosas.

De informante privilegiado, Bankole passou a frequentar o Brasil como liderança religiosa, em 1997. Seu objetivo: resgatar a tradição de Ifá, que perdera-se no culto dos Orixás. Registre-se que o Ifá foi reconhecido como patrimônio imaterial da humanidade, em 1997, pela UNESCO. Nascido em uma cidade assolada pelo tráfico negreiro, há pouco mais de um século; praticante de uma religiosidade que hoje está no epicentro de uma "guerra santa", em seu país, Bankole oferece um olhar plural e pouco mistificado de sua condição de africano que busca reivindicar uma identidade africana pós-colonial. É um novo olhar, que está para além das idealizações, porém ainda profundamente desarraigado do poder civilizatório colonial.

A palestra será feita em yorubá, um dos quatro idiomas falados na Nigéria, Togo e Benin. Em África, o yorubá é falado por cerca de 10 milhões de pessoas.

Ekundayo Olalekan Awe, que fala fluentemente o português e mora no Brasil há 16 anos, fará a tradução.

DATA: 13/11/2012

Local: Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca

Avenida Maracanã 229 ou Rua General Canabarro, 135 – Maracanã – RJ

Auditório 2 – primeiro andar.

Horário: 18h

Roberto Borges
Coordenador do Programa Stricto Sensu em Relações Etnicorraciais – CEFET/RJ
1º Secretário da ABPN

org

CONEXÃO AFRO conexaoafro@gmail.com

Falar com Mãe
Carmen de Oxala :
(51) 81810404 / (51) 30556655

maecarmendeoxala@hotmail.com

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