Revista Online Conexao Afro

Mãe Carmen de Oxala – 2º Dia Programação INTECAB S.P

In Comunidade Tradicional de Terreiros on Novembro 28, 2010 at 1:33 am

N°1-28  de novembro ano 2011 -Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO

O dia 28 de novembro, na agenda de atividade do INTECAB , está incluida  a visita  ao Museu Afro Brasil.

No dia 28 de novembro de 2011 foi realizada a visita ao Museu Afro Brasil, pela delegações coodenadores e convidados do evento do INTECAB , São Paulo .
Durante a vista, tivemos a oportunidade de conhecer um pouco da cultura africana e sua contribuição para a cultura brasileira, e também o acervo etnológico . Algumas peças do Museu são originárias da África e outras são réplicas fiéis. Seu acervo é composto de esculturas, máscaras, tecidos, cerâmicas, adornos, instrumentos musicais, jogos, livros , textos, orikis . Há também objetos afro brasileiros e a história das divindades.

IMG_0497Esta é a famosa  Avenida Brasil, é uma importante avenida da cidade de São Paulo,  que vai da Avenida Rebouças,  na região da Pinheiros , até a Avenida Pedro lvares Cabral, em frente ao Parque do ibirapuera , cortando regiões valorizadas da cidade, como os bairros de Pinheiros, Jardim América , Jardim  Paulistano , IMG_0448IMG_0439Jardim Europa e Ibirapuera .As  cicerone  desta viagem, é Mãe Sonia  e Egbomi Conceição Reis de Ogum , Coordenadora INTECAB, que conduziram o grupo de religiosos  que estão visitanto o museu ás  galerias,  explicando com muita paciência os  fatos .

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Durante o percurso, os visitantes travavam um debate,   sobre a Lei 10 . 639 ,  Estatuto da Igualdade Racial, educação no campo dos direitos é garatir aspectos da religiosidade de matriz africana.

Egbomi Conceição Reis , á respeitada figura do Candomblé, por seu trabalho de Coordenação do INTECAB , São Paulo , pela representação  no Conselho Nacional da Seppir, traz agora uma excelente iniciativa interligando  a programação do evento que busca valorizar a cultura afro-brasileira em suas variadas expressões,  religiosidade , cultura e artes.

100_0110100_0066Fomos guiados pelas cicerones, Mãe Sônia e Egbomi.

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100_0090O Museu Afro Brasil é um espaço que agrega o histórico, artístico e etnológico. Destinado à pesquisa, conservação e exposição de objetos relacionados ao universo cultural do povo negro no Brasil. Esta localizado no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Inaugurado em 2004, o Museu Afro Brasil é uma instituição pública, subordinada à Secretaria Municipal de Cultura e administrada por uma organização da sociedade civil. 100_0091

“Conserva um acervo de aproximadamente 4 mil obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, documentos e peças etnológicas, de autores brasileiros e estrangeiros, produzidos entre o século XV e os dias de hoje. O acervo abarca diversas facetas dos universos culturais africano e afro-brasileiro, abordando temas como a religião, o trabalho, a arte, adiáspora africana e a escravidão, e registrando a trajetória histórica e as influências africanas na construção da sociedade brasileira. “

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100_0074Na entrada do museu, os laços da África se aproximam, temos muitas percepções ao mesmo tempo, por horas é Africa, outras Benin, Bahia. Uma  coisa é certa, este espaço nos emociona por  reafirmar a presença arquetípica da África  que existe dentro de nós.

IMG_0484IMG_0250Quando nos aproximamos do museu estamos muito próximos dos laços entre a religião africana, quem entra , é obrigado a passar por fotografias de  Pierre Verger Werger, orikis e textos do Mestre Didi, a representação cultural de  todos essas referências e muito mais. Busca valorizar a cultura afro-brasileiira em suas variadas expressões.

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O PONTO ALVO FOI CONHECERMOS A EXPOSIÇÃO DO MESTRE DIDI – FUNDADOR DO INTECAB

Mestre DidiMuseu Afro Brasil, acolhe desde o dia 13 de maio, às 19h, a exposição Mestre Didi: o escultor do  sagrado. Onilé, a Dona da Terra, orixá que representa o mundo em que vivemos. Completando a mostra, dois vídeos exibirão festas e cerimônias onde os ancestrais Egunguns são cultuados, além de exposição de livros escritos pelo escultor. Mestre Didi é Deoscoredes Maximiliano dos Santos, escultor de obras reconhecidas no Brasil e no mundo. Já foram expostas em várias cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Belo Horizonte, Nova Iorque, Frankfurt, Buenos Aires, Paris, Londres, Acra e Lagos, só para citar algumas. E agora, aos 92 anos, Mestre Didi se apresenta em uma grande mostra no Museu Afro Brasil, que mantém em seu acervo permanente algumas peças do artista.

Mestre Didi

Além de artista, Mestre Didi é uma referência no mundo da religião Afro-Brasileira. Filho de Maria Bibiana do Espírito Santo, a Dona Senhora, e afilhado de Dona Aninha, reinadoras do Templo do Axé Opó Afonjá, na Bahia.  Aos oito anos, foi iniciado no culto aos ancestrais Egunguns, no Ilê Olukotun, Tuntun, na Ilha de Itaparica. Em 1975, tornou-se Alapini, o Sacerdote Supremo do culto aos Egunguns  – o mais alto grau na hierarquia .

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A tarefa cansativa ficou com a Mãe Sônia , por  ser escolhida para ser a quardiã do cumprimento do  horário, acompanhava todos ,  cuidava agenda, para não atrasar a próxima atividade, sou testemunha  ocular , que não foi tarefa fácil, mas ela dominou, legal.

, 100_0101A visita ao Museu  Afro Brasil foi muito interessante, principalmente por ter dado ,  possibilidade de conhecer  o histórico,  e partes do museu que eu não conhecia. Além da beleza das obras, o cuidado  e  o grande destaque, um imenso prazer para todas nós conhecer um pouco da  obra do Mestre Didi que é uma referência no mundo da religião Afro-Brasileira. O que levo de aprendizado é a preservação da nossa cultura. Ainda não damos a ela o devido valor. A oportunidade desta  visita ao museu deveriam ser mais incentivadas, pois eles têm grande participação na formação cultural do individuo. Não só aos que tem maior acesso mas, principalmente, verificar no externo a valorização, do que existe  dentro de nossa  memória viva , que é  a África Mitica. Agradeço a oportunidade,  a coordenação do INTECAB, São Paulo , faço uma observação para os  futuros organizadores de evento,  levem em consideração este exemplo , afinal as comunidades Tradicionais de Terreiros  no Brasil, não querem, só , comida,  esta faltando cultura, diversão e arte.

AO RETORNARMOS , PARA O CENTRO CULTURAL AFRICANO, ACONTECEU A PLENÁRIA  COM  APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS DAS COORDENAÇÕES ESTADUAIS DO INTECAB

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